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Blog: terça-feira, 6 de abril de 2021

07:02:20

Eleições/2022

Lula supera Bolsonaro

O ex-presidente Lula já lidera a corrida presidencial do ano que vem. Uma nova rodada da pesquisa XP/Ipespe mostra a continuidade de alta do ex-presidente após a retomada de sua elegibilidade, ao mesmo tempo que mostra o crescimento da reprovação ao governo de Jair Bolsonaro.

De acordo com a pesquisa, Lula ultrapassou pela primeira vez o atual presidente nas intenções de votos no primeiro turno, ainda que os dois permaneçam tecnicamente empatados.

Lula saiu dos 25% da pesquisa anterior para agora 29%, contra os 28% de Bolsonaro - que antes tinha 27%.

Na sequência aparecem o ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro e o ex-candidato Ciro Gomes, ambos com 9% cada

Segundo turno

A pesquisa da XP/Ipespe também consultou os entrevistados sobre um eventual 2º turno entre Bolsonaro e Lula.

Nesse cenário, também aparecem empatados na margem de erro: Lula tem 42% das intenções de voto e Bolsonaro, 38%.

Em uma das simulações, Lula vence Sergio Moro, 41% contra 36%. Nos outros cenários de 2ª turno, Bolsonaro aparece empatado tecnicamente com Sergio Moro, ambos com 30%, com Ciro Gomes, os dois com 38%, com Luciano Huck, o atual presidente com 35% e o apresentador com 32%. Bolsonaro venceria Guilherme Boulos e João Doria.

Bolsonaro

Segundo a pesquisa divulgada ontem e que está no site do portal Terra. o governo Bolsonaro segue mal avaliado.

São 48% os que consideram a gestão ruim ou péssima, três pontos percentuais a mais que o levantamento anterior.

De outubro até agora, a avaliação negativa saltou de 31% aos 48% de agora. Nesse período, a parcela que considera o governo ótimo ou bom caiu de 39% para 27%.

De acordo com o < Strong>Terra, a diferença de 20,3 pontos percentuais entre os que têm avaliação negativa e os que têm avaliação positiva é a maior desde maio do ano passado.

Cresceu também a desaprovação do atual presidente na maneira em que administra o País, passando de 56% para 60% no atual levantamento - a aprovação caiu de 38% para 33%. Já a expectativa para o restante do mandato se manteve em 45% para ruim ou péssimo, outros 28% acreditam que será ótimo ou bom (queda de um ponto) e outros 23% optaram por regular (crescimento de três pontos percentuais).

Foram realizadas mil entrevistas de abrangência nacional nos dias 29, 30 e 31 de março. A margem de erro máxima é de 3,2 pontos percentuais para o total da amostra.









Blog: quinta-feira, 25 de março de 2021

11:58:24

É verdade este bilete?

O deputado federal Gustavo Fruet, do PDT, entrou hoje com pedido de informação ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga para saber o que há de concreto na informação veiculada em publicidade institucional nas redes sociais e televisão acerca da compra de mais de 560 milhões de doses de vacinas contra a Covid19.

Fruet questiona se houve a efetiva compra/negociação de 560 milhões de doses ou apenas o indicativo de intenção de compra; e, se sim, quais são os laboratórios/fabricantes com os quais o Ministério efetivou a compra.

-- Não há mais espaço para amadorismo. O presidente já trocou quatro vezes o ministro da saúde em plena pandemia e até hoje não temos um plano efetivo de enfrentamento do vírus, afirmou.

Segundo o deputado, “sem explicar como, o novo ministro declarou ontem que o governo pretende passar a imunizar 1 milhão de pessoas dia”.

-- Um ano se passou desde o início da pandemia, chegamos a 300 mil mortes e não se apresentou um cronograma efetivo de vacinação. A vacina é a única forma de vencermos essa batalha e ajudarmos na recuperação da nossa economia. O desemprego cresce, o país está indo a bancarrota e quem deveria estar trabalhando na recuperação parece viver num mundo paralelo. Descolado da realidade, atestou.

No mesmo pedido de informações, Fruet também questiona o custo de produção e veiculação em redes sociais e veículos de comunicação (rádio e TV) da publicidade que divulga a suposta compra de vacinas.

-- Comunicação é importante. Fundamental para orientar a população neste momento tão desafiador. Mas não pode ser usada para confundir, recuperar imagem política ou fins eleitorais, disparou.



Blog: terça-feira, 23 de março de 2021

16:08:08

Carta aberta ao presidente

A Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgou hoje uma carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro conclamando que “assuma de uma vez por todas o papel constitucional de coordenação nacional no enfrentamento da Covid19 no país, promovendo o alinhamento entre as esferas de governo e de poder”.

Na carta os prefeitos brasileiro e atestam que o País “vive o maior colapso sanitário e hospitalar de sua história, tornando-se epicentro mundial da pandemia” e que é diante desse triste cenário, que a CNM faz o apelo.

-- É hora de focar no presente, produzir resposta efetiva, colocar a evidência científica como norte e despolitizar a pandemia, superando divergências e priorizando a defesa da vida para estancar as milhares de mortes e aplacar o sofrimento das famílias brasileiras, diz a carta.

Segundo os prefeitos, “agora, na pior fase da pandemia, com resultados trágicos cuja dimensão social e econômica ainda é incalculável, o movimento municipalista reitera que a soma de esforços representa o único e inadiável caminho, no qual o papel de coordenação da União faz-se indispensável”.

Empenho

Dessa forma, o presidente da República deve estar pessoalmente empenhado na execução de campanha de comunicação em prol da eficácia e da segurança das vacinas, além da defesa das medidas não farmacológicas, como o distanciamento social, o uso de máscaras e álcool gel, que vêm sendo adotadas em todo o país por Estados e Municípios. Faz-se urgente também a implementação de medidas pela União nas atividades de âmbito nacional, dando maior efetividade às ações dos demais Entes federados, afirmam.

Na carta, os prefeitos afirmam que “não cabe transferência de responsabilidades neste momento dramático. É urgente que todas as autoridades públicas de todos os Poderes, da União, dos Estados e dos Municípios, bem como a sociedade brasileira, trabalhem de forma harmônica e colaborativa”.

-- Esse alinhamento é o único caminho para frear o crescimento geométrico de casos diante de um sistema de saúde colapsado, com esgotamento estrutural e pessoal., afirmam.

-- Urgem ações emergenciais para o fomento à produção e à importação de neurobloqueadores e oxigênio, além de uma operação logística nacional para o monitoramento e o remanejamento desses insumos no território. Uma nação não pode aceitar cidadãos morrendo sufocados ou tendo que suportar dores indescritíveis decorrentes de intubação sem anestesia. O Brasil está em guerra contra o vírus e, na guerra, todos têm responsabilidades. A União precisa reorientar as plantas produtivas à disposição no país e, mais do que nunca, mobilizar a diplomacia internacional a fim de garantir as condições necessárias, para responder a esta batalha.

-- As prefeitas e os prefeitos do Brasil fazem a sua parte e continuarão não medindo esforços para exercer seu papel de corresponsabilidade, mas precisam e clamam para que o presidente da República assuma, de forma inadiável, seu dever de coordenar a nação, respeitando a população, a ciência e a comunidade internacional com a humanidade e a empatia exigidas de um Chefe de Estado, apelam.


Blog: terça-feira, 23 de março de 2021

15:34:53

STF rejeita ação de Bolsonaro

O ministro Marco Aurélio de Mello, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou hoje a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) pela qual o presidente Jair Bolsonaro pretendia derrubar decretos estaduais que estabeleceram medidas mais rígidas de combate à Covid-19, como a restrição de circulação de pessoas, toque de recolher e fechamento de estabelecimentos comerciais.

O decano do STF explicou que o artigo 103, inciso I, da Constituição Federal prevê a legitimidade do presidente da República para a propositura ADI, "sendo impróprio confundi-la com a capacidade postulatória".

Segundo o ConJur, Bolsonaro não teria capacidade postulatória, pois não é advogado. Dessa maneira, haveria dúvidas se precisaria ser representado por um procurador — o que não ocorreu no caso.

Segundo o ministro Marco Aurélio, o chefe do Executivo personifica a União, atribuindo-se ao Advogado-Geral sua representação judicial, a prática de atos em juízo.

-- Considerado o erro grosseiro, não cabe o saneamento processual, disse.

Competência

Na ação, Bolsonaro defendeu que o fechamento de serviços não essenciais e outras medidas mais duras deveriam ser discutidas e aprovadas pelas Assembleias Legislativas, ao contrário do que acontece desde o início da pandemia.

Como destaca o ConJur, há muito, as ações se dão por decretos estaduais, de iniciativa exclusiva do Executivo. Segundo o presidente, isso evitaria "abusos" por parte de governadores.




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