Email: Roseli Abrão




Blog: quarta-feira, 24 de outubro de 2018

12:33:30

Sobrevivendo à cláusula de barreira

A nova regra da cláusula de barreira eleitoral asfixiou 14 das 35 siglas e seus deputados já se articulam pela sobrevivência, buscando espaços noutras legendas, sondando convites e estudando, inclusive, fusões.

Cada partido teria que ter obtido ao menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, nove unidades da federação, com pelo menos 1% dos votos válidos em cada uma delas.

Outra opção era eleger pelo menos 9 deputados, distribuídos em, no mínimo, nove estados.

Quem não ultrapassou essa barreira fica sem recursos de fundo partidário e tempo de propaganda no rádio e na TV, o que na prática impede a sobrevivência do partido.

Nessa conta entraram Patriota, PHS, PC do B, PRP, Rede, PRTB, PMN, PTC, PPL, DC, PMB, PCB, PSTU e PCO.

Estão em estágio avançado de negociação no âmbito federal, para formar uma nova legenda os partidos PPS, Rede e PV, que fizeram, respectivamente, 1,62%, 0,83% e 1,62% do percentual nacional de votos.

Três em um

Pela norma aplicada nas eleições de 2018, a nova sigla formada por PPS/Rede e PV, no Paraná contaria com a adesão de dois deputados federais, cinco estaduais e um senador, dos grupos liderados pelos presidentes Rubens Bueno (PPS), Jorge Bernardi ( Rede) e Chico do PV.

PPS: deputado federal Rubens Bueno, dos deputados estaduais Douglas Fabrício, Cristina Silvestre e Tercilio Turini;

PV: estadual Estacho e Soldado Adriano; e federal: Leandre.

Rede: senador Flávio Arns.


Blog: quarta-feira, 24 de outubro de 2018

12:23:40

Anibelli cobra Copel

Líder da bancada de oposição, o deputado Anibelli Neto, do MDB, foi à tribuna da Assembleia Legislativa na sessão desta terça-feira para criticar – e cobrar – a Copel pelas frequentes falhas no fornecimento de energia elétrica aos municípios da região Noroeste, ocorridas no último final de semana.

Anibelli denunciou que algumas localidades ficaram sem energia elétrica por dois, três ou até quatro dias.

-- Consumidores, fornecedores, agricultores e produtores rurais tiveram prejuízos enormes em virtude das quedas de energia causadas pelas chuvas. A realidade é que as quedas no fornecimento de energia nunca foram tão frequentes, afirmou.

O deputado questionou a capacidade das empresas terceirizadas contratadas pela Copel para prevenir as interrupções no fornecimento de energia bem como restabelecer rapidamente os servidos.

-- O que está acontecendo? As quedas de energia são resultado das terceirizações, considerando que os funcionários destas empresas não têm a mesma capacidade dos copelianos? Quanto de prejuízo foi causado ao povo paranaense nestes dois, três ou quatro dias de interrupção no fornecimento de energia? Isso é algo extremamente danoso, prejudicial a todas as camadas da sociedade, denunciou.

Informações

Ainda na terça-feira, o líder da oposição apresentou um requerimento de pedido de informações ao governo sobre o tema.

Questionou quais empresas terceirizadas realizam serviços relacionados a geração, distribuição e manutenção da rede elétrica; em quais localidades houve registro de queda do fornecimento de energia nos últimos dois anos; quantas solicitações de ressarcimentos de danos ocasionadas por falhas no sistema ou demora no restabelecimento do serviço foram apresentadas pelos consumidores à Copel nos últimos dois anos; e se há previsão para a criação da Diretoria de Interior da Copel, com o objetivo de prevenir as falhas nos serviços.



Blog: quarta-feira, 24 de outubro de 2018

10:33:29

Ratinho, presidente

O evento de ontem à noite, no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, era para apoiar o presidenciável Jair Bolsonaro, mas quem “faturou” foi o governador eleito do Paraná, Ratinho Júnior, que teve seu nome lançado à Presidência da República, nas eleições de 2022.

O porta-voz foi do lançamento de Ratinho foi o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, do PP. É que ele tem certeza que, eleito presidente, Bolsonaro vai cumprir a promessa de acabar com a reeleição.

-- (Ratinho ) será o primeiro presidente do Paraná, se empolgou.

Mas o discurso de Belinati não foi o único “inflamado” da noite.

O deputado federal eleito, Felipe Barros, do PSL, (75.326 votos), polêmico vereador de Londrina, disse que Bolsonaro é o único que vai colocar os bandidos e os vagabundos na cadeia, os terroristas do MST em seu devido lugar e acabar com a vergonhosa política de direitos humanos que estamos vivendo em nosso país e valorizar as forças armadas”.

O deputado federal Fernando Francischini também se empolgou ao discursar e disse que o Paraná “tem a obrigação de dar a Bolsonaro 60% dos votos e entregar a maior e mais expressiva votação do Brasil”.

No telão

Bolsonaro mandou mensagem gravada, e, por um telão, cumprimentou todos aqueles que votaram e elegeram Ratinho Junior a quem chamou de “governador da esperança, sangue novo e com toda certeza o Paraná terá um lugar de destaque no cenário nacional”. Fez um apelo para que votem nele no próximo domingo “pois, não podemos sonhar com o pesadelo do PT de volta”.







Blog: terça-feira, 23 de outubro de 2018

10:00:47

A nova Câmara

A Agência Câmara publicou uma série de reportagens sobre como será a nova Câmara dos Deputados a partir de 1º de fevereiro de 2019. Entre os 513 deputados eleitos para a próxima legislatura, 415 ou 80,9% têm ensino superior completo.

O grau de instrução é semelhante ao dos eleitos em 2014.

Já 43 deputados (8,38%) têm ensino médio completo, enquanto 37 (7,21%) têm ensino superior incompleto.

Dez (1,95%) dos novos deputados têm ensino fundamental completo; 5 (0,97%) têm ensino fundamental incompleto; e 2 (0,39%) têm ensino médio incompleto. Um dos deputados eleito apenas lê e escreve.

Herdeiros

Diversos filhos e netos de políticos tradicionais em seus estados foram eleitos deputados federais no dia 7 de outubro. O caso mais curioso ocorreu em Pernambuco, que elegeu dois herdeiros do ex-governador Miguel Arraes.

O mais votado é João Campos (PSB), bisneto de Arraes e filho do ex-governador Eduardo Campos, morto em um acidente de avião na campanha presidencial de 2014. Em segundo lugar está Marília Arraes (PT), prima de João Campos.

Filho do candidato a presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSL), foi reeleito deputado federal com a maior votação do País. A família Bolsonaro conquistou ainda uma cadeira no Senado pelo Rio de Janeiro.

No Amapá, o campeão de votos é Camilo Capiberibe (PSB), filho do ex-governador João Capiberibe (PSB) e da deputada federal Janete Capiberibe (PSB).

A candidata a deputada federal mais votada do Distrito Federal é Flávia Arruda (PR), mulher do ex-governador José Roberto Arruda, que está inelegível pela Lei da Ficha Limpa.

O Espírito Santo elegeu Doutora Soraya Manato (PSL), mulher do atual deputado Carlos Manato (PSL), que se candidatou ao governo do estado.

O mais votado no Tocantins é Tiago Dimas (SD), filho do prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas.

A Bahia elegeu entre os mais votados do estado Otto Alencar Filho (PSD), filho do senador Otto Alencar, presidente do PSD baiano.

No Paraná, foi eleita Luisa Canziani (PTB), filha do atual deputado Alex Canziani (PTB), que perdeu a disputa para o Senado.

No Piauí, o casal Iracema Portella (PP) e Ciro Nogueira (PP) se reelegeu. Ela é deputada federal e ele é senador. O estado também reelegeu como mais votada a deputada Rejane Dias (PT), mulher do governador Wellington Dias (PT), que também se reelegeu.

Rondônia elegeu Jaqueline Cassol (PP), irmã do ex-governador e ex-senador Ivo Cassol (PP).

Políticos profissionais

A maioria dos eleitos para a Câmara dos Deputados na legislatura 2019-2022 declarou ao Tribunal Superior Eleitoral exercer a própria profissão de deputado. Entre os 513 eleitos, são 236 os que se declararam políticos profissionais.

Os empresários vêm em segundo lugar, com 51 deputados eleitos. Advogados ocupam a terceira posição, com 39 eleitos. Servidores públicos são 20; médicos, 19.

A lista traz ainda 17 professores, 14 administradores e 13 jornalistas.

Os demais se intitularam aposentados, magistrados, entre outros.

Idade

Entre os 513 deputados eleitos para a nova legislatura na Câmara dos Deputados, a mais nova é a deputada Luiza Canziani (PTB-PR), com 22 anos. Filha do deputado Alex Canziani (PTB-PR), Luiza é estudante de Direito e vai ocupar o primeiro cargo eletivo.

Também tem 22 anos o deputado eleito por São Paulo Kim Kataguiri (DEM), ativista político e coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL) também é estreante em cargos eletivos.

28 deputados têm menos de 30 anos.

A parlamentar mais idosa na nova Câmara será a deputada reeleita Luiza Erundina (Psol-SP), que tem 83 anos e vai iniciar o sexto mandato consecutivo. O deputado Mauro Lopes (MDB-MG) também foi reeleito e, aos 82 anos, vai iniciar o sétimo mandato consecutivo.

Mandatos

Três deputados estão no topo da lista de longevidade no cargo. Átila Lins (PP-AM), Átila Lira (PSB-PI) e Gonzaga Patriota (PSB-PE) foram eleitos para o oitavo mandato na Câmara dos Deputados, acumulando 28 anos de experiência no Legislativo.

Os novatos, por outro lado, ultrapassam 200 nomes, que assumirão em fevereiro do ano que vem o primeiro mandato na Câmara dos Deputados.

Três deputados estão no topo da lista de longevidade no cargo. Átila Lins (PP-AM), Átila Lira (PSB-PI) e Gonzaga Patriota (PSB-PE) foram reeleitos para o oitavo mandato na Câmara dos Deputados, acumulando 28 anos de experiência no Legislativo federal.

São oito os deputados que vão acumular o sétimo mandato. Nomes como o do líder do Psol, Ivan Valente (SP), e do deputado Claudio Cajado (PP-BA). Os reeleitos para o sexto mandato são 18; para o quinto mandato, 24; para o quarto mandato, 32; e para o terceiro mandato, 81.

O maior grupo entre os reeleitos vai assumir o segundo mandato: são 104 parlamentares nesta fatia.

Eles somam os 251 deputados reeleitos, que representam 56,5% da composição da Câmara na próxima legislatura. Também foram eleitos 19 ex-deputados de legislaturas anteriores (3,7%).

Primeiro mandato

Os outros 243 (47,37%) vão ocupar o primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Deste conjunto, fazem parte estreantes em cargos eletivos, como a jornalista Joice Hasselmann (PSL-SP) e o ativista Kim Kataguiri (DEM-SP); deputados estaduais que chegaram à Câmara, como Wagner Montes (PRB-RJ); e até mesmo senadores que disputaram uma vaga na Câmara, caso de Gleisi Hoffman (PT-PR).





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