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Blog: quinta-feira, 22 de março de 2012

11:37:41

UnB quebra sigilo do voto na urna eletrônica

Um grupo da Universidade de Brasília conseguiu quebrar a segurança da urna eletrônica, nos testes promovidos esta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Segundo matéria assinada por Luis Osvaldo Grossmann, disponível no site “Convergência Digital”, o grupo conseguiu recuperar a sequência dos votos, - o que, ao menos em tese, permite violar o sigilo das opções de cada eleitor.

Formado por professores e alunos da Faculdade de Ciências da Computação, o grupo 1, dos 9 inscritos para os testes, teve sucesso em desfazer o embaralhamento dos votos e, assim, extrair uma lista que indica quem votou em quem.

-- Conseguimos recuperar 474 de 475 votos de uma eleição na ordem em que foram inseridos na urna, revelou o coordenador do grupo, o professor Diego Freitas Aranha, doutor em criptografia pela Universidade de Campinas (Unicamp).

Segundo a matéria, originalmente o plano de teste previa a recuperação de 20 votos, mas o próprio TSE desafiou o grupo a resgatar 82% dos votos de uma fictícia sessão eleitoral com 580 inscritos - percentual que equivale à média de comparecimento nas eleições brasileiras.

O professor Diego Aranha ressaltou, no entanto, que a tarefa de violar completamente o sigilo do voto ainda está incompleta.

-- Precisamos da lista externa de votação para chegar ao nome dos eleitores, afirmou.

Segundo o coordenador do grupo, até aqui a equipe conseguiu determinar que o primeiro eleitor votou no candidato X, o segundo no candidato Y, e assim sucessivamente. Com a relação da votação - aquela que fica com os mesários - seria possível associar cada eleitor, pelo nome, ao votado.

A exemplo das edições anteriores dos testes, o tempo limitado de acesso à urna eletrônica - três dias, entre 20 e 22/3 - impediu avanços ainda mais significativos na quebra da segurança do sistema eletrônico de votação, segundo a matéria.

Diferentemente das versões anteriores dos testes do TSE, desta vez o tribunal permitiu acesso ao código fonte da urna - ainda que com restrições durante a fase de preparação dos exames, que antes de iniciados passam pelo crivo da Justiça eleitoral.

Apesar de festejar o sucesso na experiência, o grupo ainda não pode revelar os detalhes do feito - o TSE exigiu um compromisso de que apenas informações preliminares fossem divulgadas antes do relatório final com as considerações do próprio tribunal.

Além do professor Diego Aranha, o grupo é formado por Marcelo Monte Karam, André de Miranda e Felipe Brant Sacarel.













Blog: terça-feira, 20 de março de 2012

16:41:13

Ex-segurança da Assembleia terá que indenizar Rossoni

O ex-segurança e ex-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná – Sindilegis, Edenilson Carlos Ferry, , o “Toca”, foi condenado pela Justiça a indenizar o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni por danos morais causados em fevereiro de 2011.

Segundo a assessoria do deputado, as ofensas se deram por ocasião da posse de Rossoni na presidência do Legislativo e logo após as primeiras medidas moralizadoras implementadas pela nova Mesa Executiva – entre elas a extinção do próprio setor de segurança da Casa – em entrevistas concedidas pelo ex-funcionário a diversos veículos de comunicação.

A condenação impõe o pagamento de R$ 20 mil, devidamente corrigidos pela média do INPC/IGP e por juros de mora de 1% ao mês, acrescido do pagamento das custas processuais e honorários advocatícios.

A sentença proferida pela juíza Maria Tesseroli de Paula Rezende, da 4ª Vara Cível da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, reconheceu que “o direito à livre manifestação não pode ser um instrumento para se propagar a calúnia, a injúria e a difamação, tampouco para servir de fundamento para a degradação da imagem do cidadão, muitas vezes completamente distorcida e maculada, o que propicia efeitos funestos ao indivíduo, por vezes insuperáveis”.

A magistrada destacou que o réu fez acusações graves ao presidente do Legislativo, inclusive de improbidade administrativa e conduta criminosa, mas sem demonstrar a veracidade dos fatos expostos. “Com isso, impõe-se o reconhecimento da ilicitude da conduta do réu”, sublinhou. No caso, ainda segundo a juíza de Direito, o presidente da Assembleia Legislativa teve sua imagem depreciada para milhares de pessoas, em virtude da notória repercussão do imbróglio. “Trata-se, pois, de acusação séria e manifestamente caluniosa”, acrescentou.



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