Email: Roseli Abrão


Blog: quarta-feira, 16 de agosto de 2017

11:57:08

Requião promete “não deixar barato”

O senador Roberto Requião foi notificado hoje pela comissão de ética do PMDB sobre o pedido de expulsão do partido feito pela JPMDB. A alegação é que ele age “em desconformidade com as teses e os princípios do partido”.

Requião não deixou barato. Em vídeo postado nas redes sociais disse que ninguém mais do que ele defende os princípios do “velho PMDB de guerra”.

--Eu sou do velho PMDB. Aquele PMDB que Ulysses Guimarães dizia que não rouba e não deixa roubar e que põe na cadeia quem rouba, disse Requião, que afirmou que vai responder ao mesmo tempo em que promete “tomar algumas atitudes”.

Cunha & Jucá

Como reação, Requião antecipou que encaminha ainda hoje ao Diretório Nacional um pedido de expulsão do ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Operação Lava Jato; e o afastamento do senador Romero Jucá da direção nacional do partido.

Segundo ele, o afastamento de Jucá é necessário “pelas posições contrárias à Constituição e pelas propostas contrárias ao documento “Esperança e Mudança”, base do partido e até que solucione todas as acusações que pairam contra ele no STF”.

-- O partido não pode ser comandado por alguém que tem tantas questões a resolver, devolveu.

Qual PMDB?

Requião questionou se não está na hora de o partido realizar uma convenção nacional para definir o PMDB. Se “somos nacionalistas, desenvolvimentista, se somos da Constituição Cidadã ou se somos desta Ponte para o Futuro que é um documento entreguista que está acabando com o País?”.

Requião lembrou que as pesquisas de opinião mostram que hoje o partido comandado por “esta gente e com estas propostas” tem apoio de 1% da população brasileira.

-- Não vou deixar barato. O PMDB tem que se pronunciar. Vamos ver se o PMDB é do pessoal da tornozeleira, do 1%, ou se é o PMDB que trouxe o Brasil à democratização depois da ditadura militar? desafiou.


Blog: quarta-feira, 16 de agosto de 2017

10:40:54

Sem Lula, brancos e nulos disparam

A mais recente pesquisa DataPoder360 mostra que se o ex-presidente Lula estiver fora do páreo nas eleições do ano que vem aumentaria o número de votos brancos e nulos.

Nos cenários em que Lula é o pré-candidato petista, o percentual de votos brancos, nulos e indecisos varia de 33%, na pesquisa com Geraldo Alckmin, a 30%, com João Doria concorrendo pelo PSDB.

Sem Lula na disputa, esse percentual dispara. Nos 2 cenários, o resultado é praticamente o mesmo. Com Alckmin, 45% dos entrevistados votam branco/nulo ou estão indecisos. Com Doria, são 44%, segundo a pesquisa.

Com Lula no páreo, segundo o jornalista Fernando Rodrigues a corrida presidencial segue estável. O petista está consolidado e até mostrou um avanço, pontuando em agosto 31% e 32%, nos 2 cenários testados.

Em julho, antes da sentença do juiz federal Sérgio Moro(responsável pela Lava Jato em 1ª Instância), Lula tinha 23% e 26%. A pena imposta pelo magistrado e a maior exposição pública parecem ter feito bem ao petista, avalia.

O fato incontestável deste momento é que Lula é o único pré-candidato que certamente iria para o 2º turno se a disputa fosse agora, aponta a pesquisa.

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Melhor para Bolsonaro

Sem Lula, aponta a pesquisa, o maior beneficiado é o deputado Jair Bolsonaro. O deputado conservador pelo Rio de Janeiro pontua 18% e 25% quando Lula está entre os pré-candidatos.

Se o petista sai da disputa, Jair Bolsonaro fica estável com 25% a 27%, quando os adversários do PSDB são João Doria, 59 anos, e Geraldo Alckmin, 64, respectivamente.

Pesquisa

A pesquisa do DataPoder360 foi realizada por telefone (com ligações para aparelhos fixos e celulares) de 12 a 14 de agosto. Foram feitas 2.088 entrevistas em 197 cidades. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.




Blog: terça-feira, 15 de agosto de 2017

14:21:06

Reforma política

Proposta vai a plenário

Numa reunião relâmpago – durou só 15 minutos – a comissão especial da Câmara da reforma política concluiu nesta terça-feira a votação do relatório que estabelece o "distritão" para as eleições de 2018 e cria um fundo para bancar as campanhas com dinheiro público.

Agora, as mudanças propostas irão à análise do plenário em votação em dois turnos. Para a proposta ser aprovada são necessários o voto de 308 dos 513 deputados. Depois da Câmara, a proposta vai ao Senado e para prevalecer para as eleições do ano que vem terá que ser aprovada até o dia 30 de setembro.

Veja aqui as mudanças nas regras eleitorais, segundo o G1.

Distritão

A proposta estabelece o "distritão" para as eleições de 2018 e de 2020.

Na regra atual, deputados federais, estaduais e vereadores são eleitos no modelo proporcional com lista aberta.

Somados os votos válidos nos candidatos e no partido ou coligação, é calculado o quociente eleitoral, que determinará o número de vagas a que esse partido ou coligação terá direito.

Os eleitos são os mais votados dentro do partido ou coligação, de acordo com o número de vagas.

Como funciona o distritão:

Cada estado ou município vira um distrito eleitoral;

São eleitos os candidatos mais votados dentro do distrito;

Não são levados em conta os votos para partido ou coligação.

Na prática, torna-se uma eleição majoritária, como já acontece na escolha de presidente da República, governador, prefeito e senador.

Eleições de 2022

A partir de 2022, conforme o texto aprovado na comissão, será adotado o sistema "distrital misto" nas eleições para deputado federal, deputado estadual e vereador. O modelo é uma mistura dos sistemas proporcional e majoritário.

No "distrital misto", a eleição dos deputados federais, por exemplo, seria assim:

O eleitor vota duas vezes: em um candidato do distrito e em uma lista fechada de candidatos estabelecida pelos partidos.

Metade das vagas vai para os candidatos mais votados nos distritos.

A outra metade é preenchida pelos candidatos da lista partidária.

Vacância da Presidência

No caso de vacância da Presidência da República, será feita eleição 90 dias após a vaga aberta.

Se a vacância ocorrer no último ano do mandato presidencial, será feita eleição indireta, pelo Congresso, até 30 dias após a abertura da vaga.

A regra também valerá para governadores e prefeitos.

Mandato nos tribunais

O texto prevê mandato de dez anos para integrantes de tribunais superiores, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Atualmente, ministros de tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU) não têm mandato, mas são obrigados a se aposentar compulsoriamente aos 75 anos.

Na prática, todos os membros do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal Militar e dos Tribunais de Contas da União, estados e municípios terão mandatos de 10 anos.

Nos casos dos outros órgãos, como Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST) e tribunais federais, a limitação valerá apenas para aqueles que forem indicados pelo Ministério Público ou que sejam representantes dos advogados.

O mandato dos membros dos tribunais eleitorais será de quatro anos, sem possibilidade de recondução. Na regra atual, eles têm mandato de dois anos, que podem ser prolongados por mais dois anos.

A regra não valerá para os atuais membros dos tribunais. Somente aqueles indicados após a possível promulgação da proposta passarão a ter o limite de mandato.

Posse

As datas das posses dos eleitos passarão a ser as seguintes:

6 de janeiro: governadores e prefeitos;

7 de janeiro: presidente da República;

1º de fevereiro: deputados e vereadores.


Blog: terça-feira, 15 de agosto de 2017

14:23:48

Esquema gafanhoto?

Uma vereadora de Curitiba – Katia Dittrich, do Solidariedade – pode estar reeditando na Câmara Municipal o chamado “esquema gafanhoto”, aquele em que o político fica com parte do salário dos servidores.

A denúncia foi feita por seis ex-funcionários comissionados da vereadora, que denunciaram que, após a nomeação no gabinete parlamentar, “ela e seu marido passaram a exigir dos assessores uma contribuição monetária, de forma compulsória e com ameaças de exoneração em caso de recusa”.

Segundo a assessoria de imprensa da Câmara, no protocolo foram anexadas duas cópias do documento, que estão sendo encaminhadas à Mesa Executiva e à Corregedoria da Câmara de Curitiba.

Segundo ainda a assessoria, os servidores pediram para não terem os nomes divulgados até a realização das oitivas no Ministério Público do Paraná, onde já tinham protocolado a mesma denúncia. Informaram que a questão também foi levada ao Partido Solidariedade.

O outro lado

A vereadora Katia Dittrich se pronunciou por meio de nota oficial na qual diz que não foi notificada denúncias. Segundo ela, “até que se tenha total conhecimento das mesmas, nenhum pronunciamento poderá ser realizado”.

A vereadora diz ainda que está “certa da inexistência de quaisquer irregularidades” e que “acredita que eventuais denúncias sequer serão acatadas [pela Câmara Municipal]”.

Investigação

O presidente da Câmara, Serginho do Posto, do PSDB, disse à imprensa que se trata de “uma denúncia isolada”, que “serão apurados todos os fatos”, e que “se há ilícito não pouparemos ninguém”.

Se comprovada a veracidade da denuncia, a vereadora pode receber uma pena de censura pública ou suspensão temporária do mandato (de 30 a 90 dias).











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