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Blog: terça-feira, 12 de maio de 2020

11:47:29

Pesquisa CNT/MDA

Maioria desaprova Bolsonaro

A maioria dos brasileiros – 55,4% - desaprova o desempenho pessoal do presidente Jair Bolsonaro e a maioria também – 43,4% avalia negativamente (ruim + péssimo) seu governo.

Este é o resultado da 146ª Pesquisa CNT de Opinião – feita em parceria com o Instituto MDA, de 7 a 10 de maio e ela traz a percepção dos brasileiros sobre a atuação dos governos federal e estaduais no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

A pesquisa foi realizada em todo o Brasil,. Foram feitas 2.002 entrevistas por telefone, com respondentes de 494 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Avaliação do governo

De acordo com a pesquisa, disponível na íntegra no site da Confederação Nacional do Transporte, a avaliação positiva (ótimo + bom) do governo de Jair Bolsonaro é de 32,0%. A avaliação regular: 22,9% Avaliação negativa (ruim + péssimo): 43,4% Não souberam opinar ou não responderam: 1,7%.

O desempenho pessoal do presidente Jair Bolsonaro tem a aprovação de 39,2% A desaprovação é de 55,4% Não souberam opinar ou não responderam: 5,4%.

Pandemia

A pesquisa CNT/MDA sondou também os brasileiros sobre a pandemia de Covid-19: 51,7% dos entrevistados aprovam a atuação do governo federal no combate à pandemia, enquanto 42,3% desaprovam.

Quanto aos governos estaduais, 69,2% dos entrevistados aprovam a atuação enquanto 26,8% desaprovam. Isolamento social.

Eleições

Quanto as eleições municipais, marcadas para outubro, 62,5% dos entrevistados consideram que devem ser adiadas devido ao impacto da crise da Covid-19; e 30,4% acham que devem mantidas para a(s) data(s) prevista(s), apesar dos impactos da crise da Covid-19.

Congresso & STF

A maioria dos brasileiros – 51,8% - se posicionou contra as manifestações contra o Congresso Nacional e o STF; 28,8% são a favor e 10,8% não são nem a favor nem contra.


Blog: segunda-feira, 4 de maio de 2020

11:06:15

Título de eleitor

Prazo de regularização termina dia 6

Termina nesta quarta-feira o prazo para o eleitor regularizar sua situação para poder votar nas eleições municipais de outubro.

Segundo o TSE, em razão da pandemia provocada pelo novo coronavírus, os serviços eleitorais presenciais foram suspensos, mas o eleitor poderá regularizar seu título de forma remota.

Os eleitores que precisam regularizar sua situação na Justiça Eleitoral podem emitir, no Portal do TSE, sem sair de casa, a Guia de Recolhimento da União (GRU) para o pagamento de débitos eleitorais. O pagamento da guia deve ser feito no Banco do Brasil (agências ou app). O valor do boleto é calculado de acordo com as regras estabelecidas nos parágrafos 2º a 4º do artigo 3º da Resolução TSE nº 23.088, de 30 de junho de 2009.

O eleitor que não tem condições financeiras para arcar com o pagamento de débitos eleitorais faz jus à isenção de multas. Assim como os demais documentos exigidos, o pedido de isenção também deve ser anexado ao requerimento de regularização eleitoral feito pelo Título Net (acesse o sistema no site do TRE de seu estado), devendo ser incluído no campo “outros”.

Biometria

Segundo ainda o TSE, em razão do contexto de crise, foi suspenso temporariamente o cancelamento de títulos de cerca de 2,5 milhões de eleitores que não compareceram ao cadastro biométrico obrigatório previsto no Provimento da Corregedoria-Geral Eleitoral (CGE) nº 1/2019, que atinge 17 estados (AC, AM, BA, CE, ES, MA, MG, MS, MT, PA, PE, PR, RJ, RS, SC, SP e RO).

Com isso, esse eleitorado estará apto a votar normalmente nas eleições municipais.




Blog: sexta-feira, 24 de abril de 2020

11:44:42

Moro deixa o governo

Sérgio Moro não é mais ministro da Justiça. Em entrevista coletiva, em Brasília, ele anunciou sua saída do governo. A gota dagua foi a exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, na madrugada desta sexta-feira.

Moro disse ser inaceitável a interferência do Executivo na Polícia Federal, o que – afirmou – “não aconteceu nos governos anteriores”, ou seja, nos governos do PT.

Moro admitiu que no início do governo teve todo apoio do presidente Jair Bolsonaro, que honrava assim o compromisso de “carta branca”, mas esta cenário mudou a partir de agosto do ano passado com a tentativa do presidente de tirar Maurício Valeixo da chefia da Polícia Federal.

O ex-ministro negou que tenha condicionado sua ida ao governo a indicação para o Supremo Tribunal Federal. Que seu objetivo era aprofundar o combate a corrupção e ao crime organizado.

A única imposição que fez – confessou – foi que se algo “acontecesse” com ele sua família não ficaria “desamparada”.

Em outras palavras, receberia pensão, afinal, argumentou, foi juiz por 22 anos e contribuiu com a Previdência Social.

Interferência

Moro acusou Bolsonaro de interferir na Polícia Federal –“ele queria alguém para que pudesse ligar, pedir informações”.

Disse mais: que o presidente tinha interesse em investigações em curso da Polícia Federal e por isso era oportuna a troca.

-- Isso pra mim não é motivo. Estou saindo por influência política em um trabalho que não deveria ter, afirmou.

Moro negou que Valeixo tenha pedido exoneração, como está explicito no Diário Oficial da União e que ele tenha assinado a exoneração.

Moro ainda admitiu que Bolsonaro o queria fora do cargo.




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