Email: Roseli Abrão

Blog: sexta-feira, 26 de outubro de 2018

14:51:48

Ratinho surfa na onda de Bolsonaro

Na entrevista que concedeu a jornalista Estelita Hass Carazzai, publicada ontem pela Folha de S. Paulo, o governador eleito do Paraná, Ratinho Júnior, mostrou que surfa na onda e defende teses do presidenciável Jair Bolsonaro.

Um exemplo: disse que o povo não está interessado que, como prometeu o petista Fernando Haddad, se baixe o peço do botijão de gás.

O que o povo quer, segundo Ratinho, é “ordem, um projeto de nação”.

-- (...) Isso estava muito mais fervoroso na vontade popular nesta eleição do que a preocupação com as questões do dia a dia, de saúde, segurança... Que não deixam de ser importantes. Eu via candidato, por exemplo, dizendo que vai baixar o preço do gás. As pessoas não estão preocupadas com isso. Elas querem ordem, querem um projeto de nação. “Ah, eu vou dar luz e gás”. Não é isso que elas querem. Não adianta ter luz e gás se o país não andar, se não houver ordem. Isso também é política. É uma proposta, disse Ratinho.

Mas não só isso.

Questionado sobre a redução da máquina pública, o governador eleito do Paraná afirmou que, o que antes era visto com ressalvas, como a junção de secretarias, hoje já não é mais.

-- Nós trabalhamos um conceito: acabar com secretaria que não tem necessidade de existir, cortar mordomias, tornar a máquina pública mais eficiente. Quando que você imaginou que cortar secretaria seria legal? “Ah, vão cortar cultura, educação”, ia virar um rolo. Hoje, não: as pessoas falam que tem que cortar, que está demais. Quem conseguiu entender esse novo momento da sociedade brasileira, de um novo conceito de política, como gestão, se deu bem, disse.


Blog: sexta-feira, 26 de outubro de 2018

14:43:39

Bala de prata

Quem esperava que o deputado tucano Valdir Rossoni disparasse uma “bala de prata” na coletiva que ele agendou para “contar tudo” sobre a Operação Quadro Negro – e que foi transmitida ao vivo em seu perfil no Facebook – se frustrou.

Rossoni esbravejou, mostrou papéis, respondeu perguntas, mas não trouxe nada de novo sobre o tema, nem incluiu nenhum outro nome, como era especulado pelo teor do anúncio.

O deputado destacou que antes das eleições de 7 de outubro era apontado como sendo um dos três deputados mais votados do Paraná.

O resultado final? Não foi reeleito.

-- Se alguém tem culpa está aqui, 12 instâncias, quatro procuradores, engenheiro, assessor técnico, chefe de departamento, fiscalização, engenharia, diretor, superintendente, núcleo jurídico, secretário de educação, assessoria jurídica da Casa Civil e depois o Conselho de Gestão Administrativa e Fiscal composto por cinco secretários de Estado. Agora, querem imputar a culpa ao presidente da Assembleia Legislativa, por conta da devolução das sobras de recursos – e o que que mais me irrita é a forma com a TV (RPC em especial) mostra a foto do cheque de 600 milhões de reais, como se todo o dinheiro fosse para uso ilícito, disse.

Rossoni questionou por que na Ação Civil Pública algumas pessoas dessa cadeia de 12 escalas não estão citadas?

-- Isso reprisa um episódio que ocorreu no Paraná, o caso das bicicletas que envolveu o ex-ministro do Alceni Guerra que, anos depois, inocentado, comparou.

Segundo Rossoni, “não existe uma testemunha a não ser o bandido delator, que roubou junto com pessoas da Fundepar”.

Rossoni, que previa fazer 220 mil votos da pesquisa, mas terminou com 72 mil votos, disse de sua certeza que “daqui a cinco anos, certamente serei inocentando e todos vão se lembrar desse dia da live, uma injustiça do tamanho do mundo...”, lamentou.

-- Ilações e suposições que me tomaram a eleição. Agora vou calçar a botina, colocar um chapéu de pano e vou trabalhar, anunciou.

Tonozeleira

Rossoni aproveitou a “live” para fazer uma denúncia pública para investigação do MP e do Depen:

-- O delator está infringindo as normas e determinações da justiça há muito tempo, pois, não informa o controle do uso da tornozeleira eletrônica, ele não está fazendo o que a lei exige, o Eduardo não está usando a tornozeleira. Outra coisa, faz cinco anos que ele não trabalha e vive nos melhores shoppings e restaurantes de Curitiba e São Paulo, que milagre é esse? perguntou Rossoni.


Blog: sexta-feira, 26 de outubro de 2018

13:45:46

No apagar das luzes...

No apagar das luzes de seu governo, Cida Borghetti publica decreto (nº 11495, de 25 de outubro) nomeando os conselheiros das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações (Jari), do Departamento de Trânsito, com mandato de 2 anos.

O Jari, que é composto por 70 membros entre titulares e suplentes, é um órgão colegiado responsável pelo julgamento dos recursos interpostos contra penalidades impostas pelo Detran.

Mas o que mais chama a atenção de atentos observadores da cena política paranaense é que, além do decreto sair faltando pouco mais de dois meses do fim do mandato, são algumas pessoas nomeadas.

Nomes e sobrenomes conhecidos da cena política local. Tem um ex-vereador de Curitiba, um ex-candidato a vereadora em Maringá, a mulher de um prefeito da Região Metropoliana de Curitiba, o pai de um ex-secretário de Estado, um ex-secretário municipal, um ex-presidente de partido, além de atuais comissionados do Governo do Estado e até prima e mulher de deputados reeleitos.

Todos esses nomes constam da cota destinada a membros “com conhecimento de trânsito”. O Jari também é composto por membros representantes do Detran e de entidades ligadas à área de trânsito.

A remuneração para participar de cada reunião do colegiado é de R$ 1,5 mil e o órgão se reúne uma vez por semana, segundo informações oficiais.

Quem quiser descobrir quem está nesta lista, aqui está a portaria: http://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/listarAtosAno.do?action=exibir&codAto=209507&indice=1&totalRegistros=266&anoSpan=2018&anoSelecionado=2018&mesSelecionado=10&isPaginado=true





Blog: quarta-feira, 24 de outubro de 2018

12:33:30

Sobrevivendo à cláusula de barreira

A nova regra da cláusula de barreira eleitoral asfixiou 14 das 35 siglas e seus deputados já se articulam pela sobrevivência, buscando espaços noutras legendas, sondando convites e estudando, inclusive, fusões.

Cada partido teria que ter obtido ao menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, nove unidades da federação, com pelo menos 1% dos votos válidos em cada uma delas.

Outra opção era eleger pelo menos 9 deputados, distribuídos em, no mínimo, nove estados.

Quem não ultrapassou essa barreira fica sem recursos de fundo partidário e tempo de propaganda no rádio e na TV, o que na prática impede a sobrevivência do partido.

Nessa conta entraram Patriota, PHS, PC do B, PRP, Rede, PRTB, PMN, PTC, PPL, DC, PMB, PCB, PSTU e PCO.

Estão em estágio avançado de negociação no âmbito federal, para formar uma nova legenda os partidos PPS, Rede e PV, que fizeram, respectivamente, 1,62%, 0,83% e 1,62% do percentual nacional de votos.

Três em um

Pela norma aplicada nas eleições de 2018, a nova sigla formada por PPS/Rede e PV, no Paraná contaria com a adesão de dois deputados federais, cinco estaduais e um senador, dos grupos liderados pelos presidentes Rubens Bueno (PPS), Jorge Bernardi ( Rede) e Chico do PV.

PPS: deputado federal Rubens Bueno, dos deputados estaduais Douglas Fabrício, Cristina Silvestre e Tercilio Turini;

PV: estadual Estacho e Soldado Adriano; e federal: Leandre.

Rede: senador Flávio Arns.


Blog: quarta-feira, 24 de outubro de 2018

12:23:40

Anibelli cobra Copel

Líder da bancada de oposição, o deputado Anibelli Neto, do MDB, foi à tribuna da Assembleia Legislativa na sessão desta terça-feira para criticar – e cobrar – a Copel pelas frequentes falhas no fornecimento de energia elétrica aos municípios da região Noroeste, ocorridas no último final de semana.

Anibelli denunciou que algumas localidades ficaram sem energia elétrica por dois, três ou até quatro dias.

-- Consumidores, fornecedores, agricultores e produtores rurais tiveram prejuízos enormes em virtude das quedas de energia causadas pelas chuvas. A realidade é que as quedas no fornecimento de energia nunca foram tão frequentes, afirmou.

O deputado questionou a capacidade das empresas terceirizadas contratadas pela Copel para prevenir as interrupções no fornecimento de energia bem como restabelecer rapidamente os servidos.

-- O que está acontecendo? As quedas de energia são resultado das terceirizações, considerando que os funcionários destas empresas não têm a mesma capacidade dos copelianos? Quanto de prejuízo foi causado ao povo paranaense nestes dois, três ou quatro dias de interrupção no fornecimento de energia? Isso é algo extremamente danoso, prejudicial a todas as camadas da sociedade, denunciou.

Informações

Ainda na terça-feira, o líder da oposição apresentou um requerimento de pedido de informações ao governo sobre o tema.

Questionou quais empresas terceirizadas realizam serviços relacionados a geração, distribuição e manutenção da rede elétrica; em quais localidades houve registro de queda do fornecimento de energia nos últimos dois anos; quantas solicitações de ressarcimentos de danos ocasionadas por falhas no sistema ou demora no restabelecimento do serviço foram apresentadas pelos consumidores à Copel nos últimos dois anos; e se há previsão para a criação da Diretoria de Interior da Copel, com o objetivo de prevenir as falhas nos serviços.



Blog: quarta-feira, 24 de outubro de 2018

10:33:29

Ratinho, presidente

O evento de ontem à noite, no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, era para apoiar o presidenciável Jair Bolsonaro, mas quem “faturou” foi o governador eleito do Paraná, Ratinho Júnior, que teve seu nome lançado à Presidência da República, nas eleições de 2022.

O porta-voz foi do lançamento de Ratinho foi o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, do PP. É que ele tem certeza que, eleito presidente, Bolsonaro vai cumprir a promessa de acabar com a reeleição.

-- (Ratinho ) será o primeiro presidente do Paraná, se empolgou.

Mas o discurso de Belinati não foi o único “inflamado” da noite.

O deputado federal eleito, Felipe Barros, do PSL, (75.326 votos), polêmico vereador de Londrina, disse que Bolsonaro é o único que vai colocar os bandidos e os vagabundos na cadeia, os terroristas do MST em seu devido lugar e acabar com a vergonhosa política de direitos humanos que estamos vivendo em nosso país e valorizar as forças armadas”.

O deputado federal Fernando Francischini também se empolgou ao discursar e disse que o Paraná “tem a obrigação de dar a Bolsonaro 60% dos votos e entregar a maior e mais expressiva votação do Brasil”.

No telão

Bolsonaro mandou mensagem gravada, e, por um telão, cumprimentou todos aqueles que votaram e elegeram Ratinho Junior a quem chamou de “governador da esperança, sangue novo e com toda certeza o Paraná terá um lugar de destaque no cenário nacional”. Fez um apelo para que votem nele no próximo domingo “pois, não podemos sonhar com o pesadelo do PT de volta”.








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