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Coluna: terça-feira, 20 de setembro de 2011

Fruet adia anúncio para semana que vem

O ex-deputado Gustavo Fruet já definiu seu novo partido político e está organizando a chapa de vereadores para as eleições do ano que vem. Mas o anúncio oficial só o fará na semana que vem.

O ex-deputado argumenta que esta é uma forma de “não dar margem a pressão” de seus futuros adversários sobre os pré-candidatos a vereador.

-- Não será esta semana. Seguro o anúncio para evitar o assédio. Vou esperar mais um pouco, disse ele ao site.

Bem humorado, Fruet diz que até o anúncio oficial vai ficar “analisando a lua”.

PMDB dará explicações a militantes

Os deputados que integram a bancada do PMDB na Assembléia Legislativa vão elaborar um memorando, a ser encaminhado a todos os filiados do partido, explicando os termos do acordo de adesão ao governo Beto Richa.

A informação é do líder da bancada, Caito Quintana, que nesta terça-feira divulgou nota rebatendo as declarações do senador Roberto Requião, que disse se sentir “envergonhado” com o silêncio da bancada diante da “reprivatização” da Sanepar.

Caito assegurou que os deputados peemedebistas não mudaram de postura em relação às privatizações.

-- Somos contra e deixamos claro ao governador Beto Richa, disse Caito, que lembrou que foi graças à intervenção do PMDB que o governo retirou a mensagem que ampliava a Agência Reguladora.

O direito de cada um

O deputado Alexandre Curi estranhou as declarações do senador Roberto Requião contra a bancada do PMDB na Assembléia Legislativa. Ainda mais depois da conversa que tiveram com ele em Brasília, na semana passada.

-- Nós colocamos nossa posição e ele colocou a dele. Ele tem o direito de falar porque é a maior liderança do partido no Estado, mas a bancada também tem direito de se posicionar, disse Curi.

Assim como o líder Caito Quintana, Alexandre Curi afirmou que a bancada deixou claro para o governador Beto Richa ser contraria a qualquer privatização de empresas públicas.

Traiano tenta derrubar CPI do Pedágio

O líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Ademar Traiano, está conversando com todos os deputados da base de apoio do governo Richa para que retirem suas assinaturas da CPI do pedágio, proposta por Cleiton Kielse, do PMDB.

Até esta terça-feira ninguém havia recuado, mas os deputados confessam que a pressão palaciana está sendo grande.

O governo argumenta que a CPI atrapalharia as negociações com as concessionárias.

Pelo twitter, o deputado Tadeu Veneri, do PT, denuncia a pressão: -- Líder do governo Richa tenta impedir a instalação da CPI do Pedágio. Quem criticou tanto quando era oposição parece ter mudado de opinião, disse.

Em defesa da CPI

Pelo segundo dia consecutivo o deputado Cleiton Kielse foi á tribuna da Assembleia Legislativa defender a instalação da CPI do Pedágio. Segundo ele, a intenção não é “criar problemas para o governo”.

-- Pelo contrário. Vamos ajudar o governo, disse o deputado que disse que a CPI poderia restabelecer o “status quo” da licitação original, sem as alterações promovidas pelos aditivos de 2000 e 2002 que retiraram487 quilômetros do contrato de 1997.

Segundo Kielse, o objetivo é transformar a comissão no mais aprofundado palco de discussões sobre o tema no Paraná.

Com 29 assinaturas, a CPI conta, segundo ele, com o das principais Associações e Federações do Paraná, incluindo a Fiep, Faep, Fecomércio, ACP, Ocepar, Pró-Paraná, Faciap e Fetranspar.

AL suspende pagamentos indevidos

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni anunciou nesta terça-feira que serão cortados, de imediato, os pagamentos indevidos – abono de final de ano, férias, vale transporte e vale alimentação – das aposentadorias pagas pela Casa.

Segundo Rossoni, com o aval do Tribunal de Contas serão suspensos todos os benefícios que não estejam amparados em atos administrativos.

Só que é indevido

Desde segunda-feira, quando anunciou as irregularidades na maioria das aposentadorias se instalou um clima de pânico entre muitos aposentados.

Mas Rossoni reafirmou que a Assembléia deixará de pagar apenas “o que é irregular”.

O presidente da Assembleia calcula que, de imediato, haverá uma redução em torno de 50% na folha.

-- De apenas 12 aposentadorias pagamos a mais 141 mil reais. Guardadas as proporções, faremos uma economia de aproximadamente 50%, afirmou.


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