Email: Roseli Abrão

Em pauta: terça-feira, 1 de setembro de 2015

16:55:26

Reestruturação de serviço reduz transit time de mercadorias para a Ásia

Em uma parceria entre a TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá , e um grupo de armadores formado por MSC, MOL e Maersk, foi implantada recentemente uma reestruturação na linha marítima Ipanema, que atende os países da Ásia. Com a mudança, o Terminal ampliou o atendimento aos navios que utilizam a rota, aumentando o número de escalas semanais, dando mais agilidade logística e operacional tanto para importadores quanto para exportadores e reduzindo consideravelmente o transit time de mercadorias entre Brasil e Ásia.

Antes da reestruturação, o Terminal somente recebia os navios que deixavam o país em direção a Ásia (sentido norte). Agora, o Terminal é ponto obrigatório também na chegada dos navios ao Brasil (sentido Sul). “Anteriormente os navios que serviam a linha Ipanema iam até Buenos Aires e, na volta, paravam em Paranaguá para carga e descarga de mercadorias. A partir da mudança, eles atracam no Terminal tanto na ida quando na volta”, afirma Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial da TCP. Ele destaca as vantagens proporcionadas pela nova programação, como maior quantidade de escalas e frequência dos navios que servem a Ásia no Terminal. “Isto deve diminuir o tempo de espera em até quatro dias, gerando economia para exportadores e importadores ao reduzir o tempo de armazenagem”. Com a reestruturação do serviço, são previstas sete escalas semanais, fazendo com que o Terminal receba pelo menos um navio por dia com origem ou destino para a Ásia. Na comparação com os demais portos que atuam em área de influência da TCP, o Terminal terá semanalmente mais que o dobro dos serviços.

Além da maior frequência, a capacidade do Terminal em receber os maiores navios de contêineres que fazem comércio internacional na América Latina, torna o serviço para a Ásia maior e mais rápido na comparação com os demais portos. “Não temos restrição de espaço para atracação de navios. Contamos com um cais de 879 metros, que permite que o Terminal receba até três navios de grande porte, simultaneamente. Além disso, com a capacidade para 1,5 milhão de TEUs/ano, somos referência em produtividade e escala”.

O diretor da TCP acrescenta, ainda, que as mudanças no serviço Ipanema fortalecem a posição de liderança do Terminal na região Sul do Brasil. “Atualmente a TCP atende 100% dos armadores que atuam na região. Dos cerca de 40 armadores existentes no mundo, aproximadamente 25 atuam na costa brasileira e a TCP trabalha com todos. Para nossos clientes é uma grande vantagem escolher um Terminal que trabalhe com todos os armadores e que ofereça possibilidade de contratar os serviços com o melhor custo possível”.


Em pauta: segunda-feira, 24 de agosto de 2015

11:36:49

TCP bate recorde em movimentação de contêineres em julho

A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, registrou um recorde de movimentação no mês de julho, com 77.035 TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). O número representa crescimento de 2,9% em relação ao recorde anterior, em agosto de 2014, quando foram movimentados 74.898 TEUs. Também em julho passado, o Terminal bateu o recorde no número de cargas refrigeradas, com 15.640 TEUs movimentados.

O Terminal é o segundo maior terminal de contêineres da América Latina, com capacidade para receber até três dos maiores navios que fazem a rota internacional e com produtividade média de 85 mph (movimentos por hora) – resultado dos investimentos para aquisição de modernos equipamentos e ampliação do cais de atracação que hoje conta com 879 metros. “Além de nossa produtividade comparada com os melhores portos internacionais e com a alta disponibilidade e flexibilidade que temos para atender os navios, este desempenho é consequência de um trabalho intenso com objetivo de atrair mais cargas de importação e exportação para o Terminal e resultado de ações que a TCP tem realizado visando um atendimento comercial mais eficiente e mais competitivo para o cliente”, explica Juarez Moraes e Silva, diretor superintendente da TCP.

Moraes e Silva destaca que além das vantagens competitivas que o Terminal oferece, como a franquia free time, que reduz o custo com armazenagens (10 dias livres de franquia para importação e 7 dias para exportação), o trabalho desenvolvido pela subsidiária logística TCP Log é um diferencial. “Com a TCP Log nós desenvolvemos projetos logísticos focados nas necessidades dos clientes e conseguimos diminuir o custo operacional para eles. Nós gerimos todo o processo desde a estufagem dos contêineres até o embarque no navio. Isso significa mais comodidade e economia”, avalia.

Ele lembra que os novos serviços oferecidos pela TCP em 2015 também são um diferencial que tem gerado a conversão de novas cargas. É o caso, por exemplo, do novo serviço para o Oeste da África, que passou a operar no início de agosto. “Estamos vivendo um momento de alta no número de exportações, principalmente de commodities e refrigerados. Para os clientes com origem no Paraná ou na região de influência do Terminal, que antes utilizavam o porto vizinho, o atendimento direto em Paranaguá reduz a cadeia logística e o custo operacional. Isso gera economia em frete rodoviário e reduz o custo total da carga”, analisa.

Recorde em cargas reefer

Um recorde dentro do recorde de contêineres movimentados em julho também justifica o bom desempenho do Terminal. No mesmo mês, a TCP registrou a maior movimentação de contêineres refrigerados de sua história, chegando a 15.640 TEUs. No acumulado do ano (janeiro a julho), o número chega a 91.036 TEUs, contra 75.236 TEUs do ano anterior, volume 21% maior em relação ao mesmo período do ano anterior. Em comparação com os portos de sua área de influência – que abrange os estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraguai e que cresceu 4% entre janeiro e julho-, a TCP tem o terminal com a maior movimentação de cargas reefer.

Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial da TCP, frisa que modal ferroviário vem sendo um importante diferencial competitivo para o Terminal. “Com o investimento na ampliação e modernização do modal ferroviário, que é responsável por 100% do transporte de contêineres por ferrovias via Porto de Paranaguá, temos convertido cargas de estados como Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul que acessam o Paraná pelas regiões Norte e Oeste. Isto vem significando uma redução de aproximadamente 15% no valor do transporte de carga até o Porto para os exportadores”.


Em pauta: quinta-feira, 20 de agosto de 2015

14:59:19

TCP bate recorde em movimentação de cargas refrigeradas

A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, bateu um novo recorde de movimentação de cargas refrigeradas (reefer), atingindo 15.640 TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) em julho passado. Do total de contêineres movimentados, 95% foram destinados para exportação e 5% para importação. No acumulado do ano (janeiro a julho), o número chega a 91.036 TEUs, contra 75.236 TEUs do ano anterior, volume 21% maior em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento foi maior que observado na área de influência Este desempenho deve se manter até o final de 2015.

Em comparação com os portos de sua área de influência – que abrange os estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraguai e que cresceu 4% entre janeiro e julho-, a TCP tem o terminal com a maior movimentação de cargas reefer. “O crescimento está alicerçado no aumento no número de exportações, em virtude da alta no preço do dólar, bem como na conquista de novos clientes oriundos de outros portos para Paranaguá”, destaca Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial da TCP, frisando que modal ferroviário vem sendo um importante diferencial competitivo para o Terminal.

“Com o investimento na ampliação e modernização do modal ferroviário, que é responsável por 100% do transporte de contêineres por ferrovias via Porto de Paranaguá, temos convertido cargas de estados como Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul que acessam o Paraná pelas regiões Norte e Oeste. Isto vem significando uma redução de aproximadamente 15% no valor do transporte de carga até o Porto para os exportadores”, afirma Moraes e Silva.

Além disto, a disponibilidade de 2.812 tomadas reefer, o maior número entre os terminais brasileiros, também faz da TCP o terminal mais capacitado para receber contêineres refrigerados no Brasil. “O terminal está apto para a admissão de contêineres 24 horas por dia e oferecemos franquia livre para armazenagem de 7 dias na exportação e 10 dias na importação”. Outra facilidade destacada por Moraes e Silva é a rápida liberação dos contêineres pelos órgãos intervenientes, como o Ministério da Agricultura, que tem instalações próprias dentro do Terminal. “A liberação rápida das cargas por esses órgãos é um diferencial para o exportador que utiliza nosso terminal e é crucial para mercados como a Rússia, que exigem que as carnes estejam em temperaturas pré-determinadas para que possam ingressar no país”, enfatiza. Além do Ministério, a Receita Federal também conta com uma área exclusiva no Terminal.

“As vantagens competitivas da TCP fazem a diferença tanto para os importadores quanto para os exportadores”, reforça Moraes e Silva. Segundo maior terminal da América do Sul, com capacidade para movimentar 1,5 milhão de TEUs, a TCP tem o maior e mais moderno parque de equipamentos portuários do Sul do Brasil. O Terminal é também o que apresenta o maior número de serviços regulares da região para a Ásia, Europa, Américas e África, e está ampliado o escopo de seus serviços.

Recentemente, a TCP anunciou a ampliação no atendimento aos navios com origem ou destino para as regiões Oeste e Sul da África.


Em pauta: quarta-feira, 29 de julho de 2015

15:30:27

TCP inicia atendimento direto de exportação à África

O TCP - Terminal de Contêineres de Paranaguá passa a receber, a partir de agosto, navios com rota para o Oeste e Sul da África. Com o novo serviço, o Terminal oferece atendimento pleno para clientes que têm negócios naquelas regiões, com embarques e desembarque semanais.

Se antes o Terminal operava apenas no transbordo de cargas, agora oferece atendimento direto, gerando comodidade ao cliente. “Nós estamos ampliando a possibilidade do cliente em utilizar os portos de origem e destino, sem precisar descarregar a carga em outro local que não seja o seu destino final”, explica Juarez Moraes e Silva, diretor superintendente da TCP, empresa que administra o Terminal.

Outro fator positivo do novo serviço é a economia gerada para exportadores que utilizam a rota para negócios de exportação, principalmente, de commodities como frango congelado, fubá e açúcar. “Os clientes com origem no Paraná ou na região de influência do Terminal precisavam encaminhar suas cargas para o estado vizinho. Com o atendimento direto em Paranaguá, o cliente reduz a cadeia logística e o custo operacional, economizando no frete rodoviário e reduzindo o custo total da carga”, enfatiza.

O novo serviço também diminui o tempo de espera para que os exportadores possam despachar suas cargas, com escalas semanais em Paranaguá. “Antes, o navio fazia escalas quinzenais no porto vizinho. Agora, o exportador conseguirá fazer a venda semanalmente, reduzindo custo de armazenagem e melhorando o seu fluxo financeiro”, analisa Moraes e Silva. A estimativa é a de que o Terminal tenha um volume de 600 contêineres por semana. “O armador que usava o serviço indireto se torna mais competitivo, oferecendo ao cliente a opção do embarque direto com redução no custo. Outro diferencial é que o novo serviço além de atender o Oeste da África passa a atender a região Sul do continente, o que antes não acontecia”, finaliza.

O serviço contará com a participação dos armadores CMA CGM, NileDutch e Hamburg Sud e escalará os seguintes portos Africanos: Durban, Port Elizabeth, Cape Town, Luanda e Pointe Noire.


Em pauta: segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

11:16:06

Cuidado com os olhos

O médico oftalmologista Aristides Athayde Neto está alertando para os cuidados com os olhos neste verão. Segundo ele, esta é uma época propícia a infecções oculares (conjuntivites) e em razão disso são necessários especiais.

Segundo o médico, a conduta mais importante é a higienização ocular, com água mineral, após banhos de mar e piscina.


Em pauta: quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

14:49:08

O discurso de Caito Quintana

Sr. Presidente e Srs. Parlamentares, eu havia começado um pronunciamento por escrito e ontem pus um router e em 24 horas não pode mais mexer com computador, com nada, portanto não conclui, mas vou fazer o início. E entendo agora, Deputado Valdir, por que V. Exa. falou que usasse a palavra hoje.

Srs. Deputados, no primeiro dia de Sessão Plenária do ano de 1983 assumi as funções de Deputado Estadual desta Casa Legislativa. Durante alguns meses ouvi atentamente Deputados mais experientes, estudei o Regimento Interno e procurei entender a melhor forma de desempenhar o meu mandato. Dessa data até os dias atuais se passaram 32 anos. Foram oito mandatos consecutivos, nos quais pude desempenhar várias funções no Legislativo, bem como no Executivo.

No primeiro mandato, já com incorporação do Partido Popular, que tinha como figura de proa o grande homem público Jaime Canet Júnior, o MDB passou a denominar-se PMDB, elegendo 38 Deputados à época. Os partidos eram apenas Arena e PMDB. Tive no segundo mandato a responsabilidade de ser o Líder dessa Bancada, que acumulava a Liderança do Governo. Dessa época para cá exerci quatro vezes a Liderança da Bancada, duas a Liderança do Governo, fui Relator da Constituição do Estado do Paraná, durante dois mandatos fui Secretário Chefe da Casa Civil do Governo do Estado, fui Revisor da Constituição, fui Corregedor desta Casa e tantas outras atribuições inerentes ao desempenho do mandato.

Não relato estes fatos por vaidade, muito menos por autoelogio, mas sim para dizer que cumpri com minhas obrigações de representante de parcela significativa da sociedade e deixo o meu mandato pela falta de votos suficientes, porém de cabeça erguida, sem nunca ter me envolvido em falcatruas e tendo dado o melhor de mim pelo desenvolvimento do nosso Estado e pela diminuição das desigualdades regionais e sociais.

A. J. Cronin, em prefácio de seu livro “Quem Mexeu no Meu Queijo”, que é um livro hoje lido pela juventude inteira, ele vai no prefácio dizendo que a vida não é um corredor reto e tranquilo que nós percorremos livres e sem empecilhos, mas um labirinto de passagens pelas quais devemos procurar o nosso caminho, perdidos e confusos, de vez em quando presos em um beco sem saída. Porém, se tivermos fé, uma porta sempre será aberta para nós, talvez não aquela em que teríamos pensado, mas aquela que definitivamente irá se revelar boa para nós.

Eu, Sr. Presidente e Srs. Parlamentares, durante o tempo em que aqui estive e todos aqui sabem disso, porque foram 32 anos, sempre procurei ser conciliador até mesmo na discórdia, até mesmo no enfrentamento como tantos e tantos enfrentamentos fizemos aqui em reuniões memoráveis como a venda, o Projeto que pretendia vender a Copel e tantos outros.

Eu não acredito na necessidade de para exercer enfrentamento precisar ser raivoso ou tecer considerações ofensivas à pessoa daquele que discorda do nosso pensamento. E esta Casa, Sr. Presidente e Srs. Parlamentares, dela tem-se um convívio permanente.

Fui criado em internato e aprendi desde cedo que quando se convive com muitas pessoas, tem-se que ter a condição de convivência na divergência, porque senão a coisa fica complicada. Nós nos encontramos aqui nos corredores, nas antessalas, nas Comissões, no Plenário, onde quer que seja, portanto o clima de boa convivência interna é um clima necessário na Assembleia Legislativa.

Eu saio daqui com a certeza de que muitos que permanecem continuarão lutando pelo fortalecimento do Legislativo. Um Poder desgastado condicionalmente, um Poder que muitas e muitas vezes a população não entende, porque acha que o Deputado tem condições e tem capacidade para dar origens a leis, e é muito restrito o espaço que o Deputado tem de poder apresentar projetos, muito restrito. Mas naquilo que é possível a Assembleia tem desempenhado o seu papel, haja visto o desempenho das Comissões, o desempenho do Plenário, a quantidade de projetos votados, Senhor Presidente, nesta Casa, terminando sempre no prazo regimental as ações que os Deputados fazem.

Ainda hoje eu vi nas emissoras de rádio questionando que a Assembleia amanhã tem a sua última votação. Sabe por que ela tem Senhores Deputados? Porque a Assembleia cumpriu o seu papel, a Assembleia realizou as suas funções, a Assembleia votou o que tinha que ser votado, e por isso entra em recesso de plenário.

A Assembleia, é bom que se diga, é bom que a imprensa entenda isso de uma vez, a Assembleia quando entra em recesso de plenário não fecha os gabinetes, o trabalho parlamentar continua sendo feito nos gabinetes, apenas aqui não existe votação durante o mês de janeiro, mas os gabinetes estão trabalhando. Portanto, não é férias, é recesso de plenário. Eu tenho por esse Poder um grande amor e uma grande estima porque acho que ele é um Poder desarmado, um Poder que não tem caneta para assinar projetos, não tem caneta para nada; no entanto é o Poder aonde se direciona todas as críticas da política.

Acho que nós fizemos o nosso papel aqui dentro, cada um cumpre o seu papel, e eu me sinto orgulhoso de ter, durante esse período, ajudado a que a Assembleia Legislativa pudesse caminhar dessa forma.

Recentemente aprovamos um pacote de medidas, duras, ruins, votei com elas, por quê? Porque o eleitor do Paraná, o povo do Paraná disse que estava contente com o Governo, elegeu no primeiro turno. Consequentemente se elegeu, essa Casa deu as condições para que faça um segundo mandato melhor, se não fizer essa Casa poderá cobrar.

O que nós não podemos é dizer não àqueles que a população disse sim. Quero, portanto, Senhor Presidente, um momento em que após todo esse período me despeço desta Casa, porque espero não me despedir dos companheiros, com quem pretendo manter uma convivência fraterna e permanente, quero agradecer a V.Exa., Senhor Presidente, e a essa atual diretoria da Assembleia, que com muito esforço, com muitas contradições, com muitas contestações, promoveu reformas substanciais no Poder Legislativo, fazendo com que esse Poder fosse mais aberto, mais transparente, cumprisse melhor as suas obrigações, se adequasse ao processo de economia do Poder Público, tanto que a Assembleia tem devolvido sistematicamente recursos para o Governo do Estado, para o caixa do Tesouro.

E agradecer aos funcionários. Recentemente, Senhor Presidente, fizemos uma revisão de todas as leis de utilidade pública, e o Departamento Legislativo dessa Casa, sem precisar de contratação de ninguém, fez um trabalho excepcional, passamos da primeira à última lei, para podermos deixar a Assembleia Legislativa atualizada repassada para o sistema de controle computadorizado, as leis de utilidade pública.

Agradeço a todos, aos funcionários, aos amigos, aos companheiros, aos adversários políticos. Não lamento, não condeno os eleitores que não entenderam o nosso trabalho. Sempre achei que na democracia cada um escolhe o caminho que pretende seguir, e é um direito do eleitor de escolher quem ele pretenda escolher. Só espero que o eleitor paranaense e brasileiro seja o fiscalizador também, seja alguém que queira mudar o sistema. Não é um deputado que vai mudar o sistema. Muitas e muitas vezes vejo acusações sobre parlamentares que, eventualmente tenham feito esquema em município. Se faz isso, porque é uma cobrança, muitas e muitas vezes, o eleitor, ele não reconhece o trabalho na hora. Ele reconhece o esquema que é feito em véspera de eleição. Isso é ruim para a democracia. Então, meus amigos, sei que esta emoção de despedida me machuca a bastante tempo, mas tinha que fazê-la, não poderia sair daqui sem dizer algumas palavras depois de tanto tempo.

Tem que fiz, para vocês terem uma ideia, a minha filha mais velha que hoje tem 35 anos tinha dois anos quando eu comecei meu mandato. E eu não vi elas crescerem. Eu perdi uma filha sem conviver com ela. E isso me machuca. Mas Deus me deu na minha neta uma substituição da filha que perdi. Então, muito obrigado a todos! Que Deus acompanhe o trabalho de vocês! .


Em pauta: terça-feira, 16 de setembro de 2014

19:55:18

SINDEJOR-PR homenageia ex-presidentes

"Da esquerda para direita: Franklin Viera da Silva, Soraya Kudri, Paulo Cruz Pimentel e Ana Amélia Cunha Pereira Filizola">

Uma galeria de fotos é a homenagem do SINDEJOR-PR – Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado do Paraná aos seus ex-presidentes. A galeria, na sede do Sindicato em Curitiba, foi inaugurada na terça-feira, 16, com a presença de Carlos Roberto Santiago (advogado do SINDEJOR-PR) e de Leonardo Petrelli (presidente do grupo RIC), Roney Pereira Rodrigues (representando o jornal Bem Paraná), entre outros associados.

A iniciativa é do atual presidente, Franklin Vieira da Silva, como forma de reconhecer os esforços e serviços prestados por aqueles que o antecederam. Os homenageados são Abdo Aref Kudri (in memoriam) – representado pela filha Soraya Kudri, Paulo Cruz Pimentel e Ana Amélia Cunha Pereira Filizola.



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