Email: Roseli Abrão

Em pauta: sexta-feira, 18 de julho de 2014

16:26:51

Suspensa licença ambiental do porto de Portal

A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decisão unânime, atendeu a ação popular e suspendeu a licença prévia emitida pelo Ibama para a empresa Porto Pontal Paraná Importação e Exportação - referente à instalação portuária em Pontal do Paraná.

Na decisão, liminar, os desembargadores federais acolheram os argumentos apresentados no sentido da nulidade da licença ambiental expedida. O principal fundamento diz respeito a inexistência de manifestação da Funai sobre o empreendimento, uma vez que se pretende instalar o porto em local em área de influência de comunidades indígenas.

Segundo especialistas, a regularização do licenciamento perante a Funai é um procedimento complexo e deve levar pelo menos 3 anos.


Em pauta: sábado, 12 de outubro de 2013

17:21:11

Vêneto Sorveteria inaugura em Santa Felicidade

Santa Felicidade acaba de ganhar mais um ponto de encontro: o tradicional buffet Vêneto Sorveteria, com mais de 26 anos de história na região Sul do Brasil. A franquia é um investimento de Renato Costa e oferece ao cliente 36 sabores de sorvete com coberturas e complementos variados.

Localizada na Rua João Reffo 821, a Vêneto Sorveteria abre todos os dias, das 10 às 19 horas.


Em pauta: sexta-feira, 20 de setembro de 2013

13:56:48

Meu pai foi militar e democrata

*Geraldo Serathiuk

Convidado por Narciso Pires, amigo desde o Comitê Brasileiro pela Anistia, para prestar um depoimento ao projeto do DHP-Paz, Grupo Tortura Nunca Mais em parceria com o Ministério da Justiça sobre o resgate da memória do período da resistência democrática no Brasil nos anos 70 fiz um exercício de busca das lembranças que tenho daquele período.

Instado pela entrevistadora diante das câmeras comecei contextualizando o período, demonstrando que o mundo após a segunda guerra começou a reviver a democracia e em nosso caso, com a Constituinte de 1946. Isto permitiu o fortalecimento do movimento sindical, partidário e cultural, de tal forma que colocou em cheque as políticas de desenvolvimento elitistas e as ocupações territoriais em países de vários continentes, com o surgimento dos movimentos de independência nacional. Neste contexto de crescimento da democracia, sobrevieram os conflitos e em seu meio a crise do petróleo nos anos 70 a recessão, desemprego e carestia. Recessão que no Brasil começou em 1975 durando muitos anos. Fatores que trouxeram o espírito do arbítrio e interromperam a transmissão do conhecimento entre gerações, o que explica em muito a desqualificação das instituições aqui e no mundo.

Num segundo momento, a entrevistadora pediu para falar sobre a minha trajetória familiar e pessoal. Passo da análise acadêmica, para um relato de uma história onde os sentimentos afloram. Contei então que meu pai, João, filho de agricultores da região de Prudentópolis, veio servir o Exército em Curitiba no ano de 1936, seguindo a carreira militar durante 9 anos. Foi cabo enfermeiro no Hospital Militar, onde conheceu o aspirante a oficial Ney Braga quando um filho dele ficou a seus cuidados, de onde nasceu uma amizade, que levava Ney a visitá-lo já quando morava no interior. Tempos depois junto com sua companhia foi convocado para construir a chamada rodovia estratégica entre Ponta Grossa e Foz do Iguaçu. Casou e durante o percurso alguns irmãos foram nascendo pelo trecho. E ao sair do exército em 1945, rumou para o norte do Paraná e qualificado que foi pelas forças armadas, tornou-se farmacêutico provisionado. Trabalhando em sua farmácia, tornou-se uma pessoa popular, o que o levou a ser vereador pelo PTB, por Mamborê, cidade onde nasci, e mais tarde por Campo Mourão, onde vivi até meus 17 anos. Fatos que mostram positivamente o papel relevante que as forças armadas têm na construção da nação e na formação de seu povo, dentro dos marcos constitucional. Relatei que ele sempre foi um homem participante e solidário às lutas sociais, especialmente as manifestações agrárias, que geravam conflitos e os feridos eram atendidos por ele em sua farmácia, que mais parecia um hospital naqueles tempos. Ainda era muito comum a presença das lideranças políticas estaduais e nacionais em nossa casa, inclusive velhos amigos de farda que seguiram outros rumos políticos, sendo filiados a outros partidos existentes no período democrático anterior a 1964. Deste tempo, relembro da visita do presidente Juscelino Kubitshchek a Campo Mourão e nós andando em carro aberto com ele, do amigo vereador, Quirino Carraro, morto por conflitos agrários, e do amigo Moacir Ferraz, cassado por organizar as ligas camponesas, fatos que vivenciei quando criança, quando meu pai lutava na defesa de suas vidas e ideários. E as boas lembranças daquele imenso pomar do nosso sitio onde o gado e os cavalos ficavam debaixo dos pés gigantes de uva do Japão e das tardes quando meu pai ia correr com seu cavalo na raia e me dava um dinheirinho para jogar e eu pensava, “eu não vou jogar o dinheiro no cavalo, vai sair voando”, e guardava.

Do imaginário de minha infância, assistindo a luta de meu pai, advieram à entrada de meus irmãos, Vitório e Nelson, em Curitiba, na militância estudantil e democrática e na resistência ao golpe, quando houve a prisão do Vitório no Ahú, em 1968, quando fiz 12 anos de idade, e lá estive para visitá-lo, encarcerado ao lado de amigos. O exílio veio para eles após a libertação, que durou até 1979. Iniciou no Chile e depois na Europa, pois quando do golpe do Chile em 1973, as autoridades brasileiras viraram as costas aos pedidos dos familiares para que fossem retirados das mãos de Pinochet, fato que os levou a serem acolhidos por outros países democráticos.

Estas vivências determinaram, quando da minha chegada em Curitiba, o meu engajamento na luta pela redemocratização do país, contra o desemprego, a carestia, pela Anistia, pela Constituinte e no movimento das eleições diretas, contribuindo para a reorganização do movimento estudantil. A retomada da CEU pelas forças democráticas a qual lideramos em conjunto com valorosos e corajosos amigos serviu de base de apoio para a reconstrução dos diretórios estudantis, da UNE e da UPE, bem como, oportunizou um espaço para a reorganização partidária, cultural, social e sindical. Dali partia as ações relâmpagos que fazíamos com nosso pequeno grupo de incansáveis e abnegados, nos estádios, praças, nas salas de aula e em locais de grande circulação em favor de nossas propostas. E para enganar nossos vigias aquelas inesquecíveis reuniões, a dois, num banco de praça a luz do dia, um virado de costa para o outro, as reuniões secretas com aplausos aos amigos com o estalar dos dedos e a nossa biblioteca clandestina de centenas de obras que trouxe luz e fez aumentar as hostes democráticas. No que fomos eficientes, pois nas fichas só aparecem os relatos das participações em ações publicas.

Deste período não pude deixar de me emocionar quando expressei que lá em casa as lembranças do período de arbítrio permanecerão em nossa memória até os últimos dias, já que as seqüelas deixadas pela vivência dos conflitos e perseguições trouxeram profundos efeitos psicológicos em alguns membros da família. A emoção ainda tomou conta, quando me lembrei do ingresso na universidade de Direito na PUC, em 1978, e do encontro que tive com meu pai para comemorarmos com uma boa conversa, cerveja e churrasco. Este foi nosso último encontro, pois 4 meses mais tarde veio a falecer, e novamente voltei a nossa cidade para o seu velório, que não pode contar com todos os irmãos, já que o arbítrio não deixou os familiares exilados lá estar. Este fato aumenta a minha emoção quando relato uma conversa que tive há alguns anos atrás com o nosso ex-prefeito de Campo Mourão e ex-ministro do STJ, Dr. Milton Luiz Pereira. Ele me contava da sua convivência com meu pai, de quem era amigo, quando se consultava em sua farmácia, o quanto meu pai sofria com a perseguição a si e aos seus, tendo vindo a falecer logo depois com apenas 60 anos.

E nesta busca de memórias, que preservam tantos sentimentos percebi alguns outros como o de tristeza, pelo fato de quando começamos a luta pela redemocratização sermos tão poucos, pois os serviços de informação do arbítrio criavam medo nas pessoas para que não se aproximassem de nós. E muitos dos que hoje se apresentam como democratas, espertos, corriam e negavam ter ligações conosco, cuidando apenas dos seus interesses pessoais se oportunizando, ocuparam os espaços daqueles que foram perseguidos e afastados. Por isso refleti no meu depoimento: Imaginem como seria o Paraná, e mesmo o Brasil, se às carreiras de Leo de Almeida Neves, Nelson Maculam, Amaury Silva, Alencar Furtado, entre outros, não tivessem sido interrompidas? A resposta evidente é que muitos não teriam crescido e se desenvolvido sem o arbítrio. E por outro lado, vem à emoção da alegria ao falar que a luta pela redemocratização e a democracia nos fez ter muitos amigos que sempre me deram afeto, força e coragem para enfrentar as piores adversidades da vida.

Para concluir relembrei o sábio ensinamento do Papa Francisco I, ao dizer que nossos jovens devem cuidar dos mais velhos, pois é um elo de transmissão de conhecimento, que foi interrompido pelo arbítrio, comportamento que lamentavelmente até setores ditos progressistas incorporaram, ao deixar de lado e descartar algumas gerações de homens e mulheres de boa formação que lutaram, desqualificando nossas instituições. Por isso somos chamados a buscar a continuidade da democracia para o aperfeiçoarmos nossas legislações que contribui para a construção a cada dia do modelo de desenvolvimento sem concentração de riqueza. Será a melhor herança que poderemos deixar, ou seja, um país democrático com crescimento econômico, onde o sistema de preço comunique a cada dia o aumento da justiça social. Este sonho sempre me emociona, ao olhar para minha esposa e filhos, e pensar que os sentimentos de ódio, autoritarismo e perseguição, componentes do espírito daqueles que defendem uma sociedade fechada, aos poucos está indo embora, e em seu lugar surgem os sentimentos de amor, diálogo e solidariedade, componentes do espírito dos defensores da sociedade aberta.

Geraldo Serathiuk, advogado, especializado em direito tributário pelo IBEJ/Pr. e MBA em Marketing pela UFPR. gserathiuk@yahoo.com.br


Em pauta: quinta-feira, 25 de julho de 2013

22:13:07

Cultura

Exposição com discos e itens raros sobre os Beatles chega a Curitiba

Os fãs curitibanos dos Beatles podem conhecer um pouco mais sobre a história da banda que saiu de Liverpool para conquistar o mundo. Em curta temporada em Curitiba, a exposição Beatleweek Brasil fica no shopping Muller até o dia 11 de agosto e reúne acervo de peças, fotos e outros objetos que mostram a trajetória do grupo.

Produzida pela 360 Arte, Cultura, Entretenimento, a exposição é inédita na capital paranaense e traz peças de um dos acervos particulares brasileiros mais completos sobre a banda. Um dos destaques da exposição são os LPs em vinil, em especial a polêmica capa do disco Yesterday and Today, de 1966, que mostrava os quatro integrantes da banda posando com bonecas desmembradas e pedaços de carne, causou polêmica e foi rapidamente retirada do mercado americano. O disco hoje é avaliado em mais de 10 mil dólares.

Quem for visitar a Beatleweek Brasil encontrará o famoso White Álbum e vários discos lançados em suas edições número 1 em países como Japão, China, Coréia, e Holanda, entre outros. As tradicionais cabines telefônicas vermelhas inglesas com vários bonecos e miniaturas dos músicos também compõem a exposição, junto com baterias representando as fases inicial e final da banda.

Beatle por um dia - Para quem quiser se sentir um beatle, a exposição oferece o RockBand Beatles, do jogo eletrônico musical Guitar Hero. Para jogar é fácil, basta se inscrever na hora. O jogo é gratuito e possui monitor para orientação. O horário de funcionamento do RockBand Beatle é especial: das 14h às 20h todos os dias.

Exposição – A exposição Beatleweek Brasil fica aberta para visitação no mesmo horário de funcionamento do shopping. No dia dos Pais, em 08 de agosto, a banda Rubber Soul Beatles fará uma apresentação especial, tocando os grandes sucessos dos Beatles. A apresentação será realizada às 19h no piso dos cinemas.

A exposição é gratuita e ocorre na Praça de Eventos do piso G3 do shopping Mueller.


Em pauta: terça-feira, 4 de junho de 2013

09:58:38

Fotografia

Stop Fotográfico reúne ícones da fotografia em Curitiba

Ícones da fotografia estarão em Curitiba, entre os dias 21 e 23 de junho, para o Stop Fotográfico da Omicron Centro de Fotografia para um final de semana totalmente dedico à arte. Nomes como Boris Kossoy, Eduardo Queiroga, Sharon Eve e Jonne Roriz compõem a programação que conta com atividades variadas como foto escambo, palestras, workshop e leitura de portfólio.

“O Stop está mais ‘encorpado’, com a participação de muitos fotógrafos importantes e com diversos eventos paralelos que possuem a única intenção de difundir a cultura fotográfica”, explicou a professora Evary Leal, idealizadora do evento. “Tenho certeza que em alguns anos ele será um dos mais importantes eventos de fotografia do nosso país”.

De acordo com Osvaldo Santos Lima, fundador da Omicron, “o objetivo foi dar certo frescor ao evento”. “Procuramos por nomes consagrados, que tenham um trabalho representativo, mas que não estivessem participando dos festivais de fotografia nos últimos anos. Para que a gente pudesse criar a cara do próprio evento aqui no Paraná”, disse.

O evento que irá reunir alunos, ex-alunos, apaixonados pela fotografia em uma troca de experiência com ícones da fotografia brasileira.

Convidados – Os convidados para o Stop Fotográfico foram escolhidos a partir de uma seleção criteriosa da Omicron. Entre os grandes nomes desta edição está do fotógrafo Boris Kossoy, que ministra palestra no dia 22, às 16 horas. “Boris Kossoy é um grande fotógrafo e estudioso da fotografia. Seus livros são leituras obrigatórias para quem estuda o assunto. É uma grande honra contar com a presença dele no evento desse ano”, ressaltou Evary.

O professor Osvaldo Santos Lima lembra que Boris Kossoy - o grande convidado é um dos responsáveis pela descoberta que a fotografia teve início em terras brasileiras. “Ele tem um livro muito importante que fala da descoberta da fotografia no Brasil. Ele é um grande fotógrafo e vai passar a experiência de uma vida de estudo sobre a fotografia para aqueles que querem prestigiar sua palestra”, afirmou.

O fotógrafo, natural de São Paulo, é graduado em arquitetura, doutor em ciências, e como historiador e pesquisador, investiga a história da fotografia no Brasil e na América Latina, além de estudar a expressão fotografia e a aplicação da iconografia como fonte de pesquisas.

Durante o Stop Fotográfico, Boris Kossoy fala sobre a sua trajetória, sobre seu último projeto chamado “Busca-me”- projeto que conta com 40 imagens feitas em diferentes locais, onde o autor buscou por memórias passadas. Entre as obras do fotógrafo, estão: Hercule Florence, a descoberta isolada da fotografia no Brasil; Fotografia e História; Realidades e Ficções na Trama Fotográfica; Dicionário Histórico-Fotográfico Brasileiro; Boris Kossoy, Fotógrafo, Um Olhar sobre o Brasil.

O Stop Fotográfico também contará com palestras dos fotógrafos Jonne Roriz, Sharon Eve e Eduardo Queiroga. “Duas belíssimas exposições farão parte do calendário, além de leituras de portfólio e workshop. O evento está imperdível”, finaliza Evary Leal.

Serviço - A programação completa do Stop Fotográfico está disponível no site http://omicronfotografia.com.br/stop-fotografico-2013. Informações pelo telefone (41) 3252-1093, pelo e-mail: stop@omicronfotografia.com.br, ou pelo facebook/stopfotografico.


Em pauta: quarta-feira, 29 de maio de 2013

09:52:15

2º Stop Fotográfico: a fotografia ao seu alcance

O Omicron Centro de Fotografia realiza, em junho, o 2º Stop Fotográfico – evento que irá reunir alunos, ex-alunos, apaixonados pela fotografia em uma troca de experiência com ícones da fotografia brasileira, como o fotógrafo Boris Kossoy, o professor Eduardo Queiroga, a fotógrafa Sharon Eve e o repórter esportivo Jonne Roriz. O evento, criado em 2012 para comemorar os 20 anos da escola, passa a integrar o calendário anual de atividades do Omicron e, neste ano, conta com uma programação mais intensa.

“O 2º Stop vem da filosofia do Omicron que visa difundir a cultura fotográfica. Nós vamos reunir fotógrafos, estudantes e, com isso, queremos criar um público da fotografia”, explicou o professor Osvaldo Santos Lima, fundador do Omicron Centro de Fotografia.

Segundo Osvaldo, para a realização do evento o Omicron realizou uma pesquisa sobre profissionais consagrados que não estivessem tão ligados a outros eventos fotográficos do País. “O objetivo foi dar certo frescor ao evento, com nomes consagrados, que tenham um trabalho representativo, mas que não estivessem participando dos festivais de fotografia nos últimos anos. Para que a gente pudesse criar a cara do próprio evento aqui no Paraná”, disse.

Além de palestras, o evento também oferece aos participantes atividades como workshops, foto escambo e leituras de portfólio. A abertura do Stop Fotográfico será realizada no dia 21 de junho (sexta-feira), às 19h30, na Omicron, com coquetel de lançamento da exposição Despalavras, de Osvaldo Santos Lima.

“A exposição é baseada em uma poesia e é sobre contar a sua história com imagens”, explicou o fotógrafo. “Na verdade, quero exorcizar um pouco a minha carreira: são 27 anos e eu pretendo mostrar boa parte da produção como se dissesse ‘essas fotos já não me representam mais’. É como se falasse que desse ponto em diante é outra fase”.

Atividades - No dia 22 (sábado), as atividades iniciam com a exposição itinerante “Parteiras – Um Mundo pelas mãos”, seguida pela palestra de Eduardo Queiroga, às 9 horas, no auditório da OAB, apoiador do evento.

Em seguida, a fotógrafa Sharon Eve Smith faz uma palestra com o tema “Todo dia Tanta Beleza” (14 horas), seguida por Jonne Roriz que fala sobre “Fotojornalismo esportivo”. O ciclo de palestras, no sábado, se encerra com Boris Kossoy, sob o tema “O autobiográfico na fotografia de expressão pessoal”.

No domingo, das 9 às 17 horas, será realizado o workshop “Polivox – Para fotógrafos que querem encontrar a própria voz”, com Sharon Eve Smith. Em paralelo, das 14 às 16 horas, será realizado o Foto Escambo, a palestra “Desconstruindo a lomografia”, com André Corrêa (das 14 às 16 horas), e o aulão de fotografia básica com Daniel Oikawa (das 14h às 18h), esses dois últimos em espaços cedidos pela Fundação Cultural de Curitiba e com custo de apenas R$ 10,00.

Em paralelo, das 14h às 18h acontece na escola as leituras de portfólio com Eduardo Queiroga e o fotógrafo Orlando Azevedo. O 2º Stop Fotográfico se encerra com uma festa no John Bull, onde acontecerá um bate-papo com Pedro David e Gilvan Barreto, que estarão lançando seus livros Rota Raiz e Moscouzinho, respectivamente.

Stop Fotográfico 2012 – Em 2012, o Omicron realizou a primeira edição do Stop Fotográfico, em comemoração aos 20 anos de atividade da escola. O evento contou com mais de 200 participantes, que tiveram a oportunidade de conhecer melhor o trabalho do renomado Claudio Edinger.

Serviço - A programação completa do 2º Stop Fotográfico está disponível no site http://omicronfotografia.com.br/stop-fotografico-2013. Informações pelo telefone (41) 3252-1093, pelo e-mail: stop@omicronfotografia.com.br, ou pelo facebook/stopfotografico. O Omicron Centro de Fotografia fica na Rua Padre Germano Mayer, 200, no Hugo Lange, em Curitiba. Informações para a imprensa com Ana Cunha Abrão – (16) 8152 0398 ou pelo e-mailimprensa@360grauseventos.com.br.


Em pauta: quarta-feira, 17 de outubro de 2012

19:20:32

Tucano não é Urubu-Rei

*Hélio Duque

O PSDB do Paraná, por respeito à sociedade, precisa tomar o soro da verdade, entorpecente para obter relaxamento de quem se nega a falar o veraz. Foi o grande derrotado nas eleições municipais de 2012, no Estado, ao escolher o caminho muliado, assumindo ser súcubo colocando-se por baixo para dar prazer aos íncubos. Optou pela vassalagem, deixando de ser virtuoso para se tornar rebarbativo. Transformou-se em escaravelho, inseto que vive dos excrementos dos mamíferos herbívoros. Preferiu a rota do coluvião, solo de encostas nos morros formados por detritos provindos do alto. No mercado eleitoral, negando a social democracia, passou a ter valor locativo, onde o que vale é o preço do aluguel.

Paparrotão assumido, o governo ao final do 1º turno, fundamentado na rabularia, palavrório que nada prova, anunciou ter sido vitorioso em 76 municípios. Os candidatos vitoriosos obtiveram a soma total de 323.849 votos, representando menos de 5% do eleitorado paranaense que totaliza 7 milhões e 727 mil votantes. A origem dessa realidade lutuosa, geradora de autêntico “haraquiri” político, responde pela ação desastrada e irresponsável de vetar candidaturas nas principais cidades das regiões sul, norte, oeste, sudoeste e noroeste.

Deixou órfãos os eleitores históricos do partido. Disputou apenas os pequenos municípios, os “grotões” paranaenses.

Dividindo-se os votos obtidos, 323.849 por 76 municípios, obteremos o índice de 4.261 votos na média. As maiores votações ocorreram em Fazenda Rio Grande, 31.728; Cambé, 28.080; e, Rio Negro, 13.769. Para um partido que governa o Estado, o cenário retratado só encontra tradução naquela expressão, de grande sabedoria do povo mineiro: “A esperteza quando é demais, vira bicho e come o dono”. O PSDB do Paraná sofre do mal de engasgo. Acreditava que vivia na colina mantéu, onde se pronunciavam os oráculos. Agora colheu o corrume, o entalhe que se faz uma peça para que nela corra outra, encaixada. Subordinou-se a outros partidos, os grandes vitoriosos, negando participação eleitoral aos seus quadros e militância histórica.

Para efeito comparativo, nas eleições municipais de 2008, elegeu 42 prefeitos e teve 1 milhão e 70 mil votos.

Os números falam por si. Os seus dirigentes, não venham à socapa, argumentando fantasias e disfarces, tentar justificar a estatura de pigmeu que impuseram à agremiação. Cortaram as asas do tucano, impedindo de voar, querendo, primariamente, ser urubu-rei, ave falconiforme de grande beleza. Colheram um metopópago, monstro formado por dois indivíduos de umbigos distintos e ligados superiormente pelas cabeças.

Nascido para ser um partido doutrinário, vinculado aos princípios sociais democratas onde liberdade, desenvolvimento e justiça não são negociáveis, o PDSB não pode ser uma geleia-geral. Onde tudo vale a pena, para quem tem alma pequena, a antítese de Fernando Pessoa. Nivelou-se à crise partidária geral que domina a vida política brasileira. No Paraná, a descaracterização do PSDB é mais original: está enredado em uma ópera-bufa, com personagens burlescos, tipos patuscos, mas crentes e sonhadores de ungidos jupiterianos, dotados de caráter dominador. Fantasia criada e alimentada pelos áulicos do poder, usufrutuários dos benefícios de todos os governos.

Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), foi Deputado Federal (1978-1991) É autor de vários livros sobre a economia brasileira e suplente do senador Alvaro Dias.



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