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Blog: segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

12:00:04

O prejuízo é o salário

Criada em 2015 num dos pacotaços enviados pelo governador Beto Richa à Assembleia Legislativa, a Companhia Paranaense de Securitização – PRSEC, criada pelo para capitalizar o Estado, esta proibida de atuar por determinação do Tribunal de Contas do Estado.

Sem receita operacional, acumula, mesmo assim, um prejuízo de R$ 1,75 milhão. Isto porque paga, religiosamente, honorários a seus administradores.

Cada diretor da empresa (são três) recebe remuneração de R$25.790,69 mensais e cada conselheiro tem direito a um jeton de R$ 3.794,53 mensais, para participar no mínimo de uma reunião. Os recursos para pagar os salários saem do caixa do Estado.

À frente do Conselho de Administração da Companhia Paranaense de Securitização está o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo.

Estancar a sangria

Com base em informações do site da empresa, o deputado Nereu Mora, líder da bancada do PMDB, apresenta hoje um pedido de informações ao Tribunal de Contas.

Quer saber por que a Corte não toma uma providência como forma de estancar este prejuízo.

-- Na prática, a empresa pública não saiu do papel. Proibida de atuar por ordem do TCE, a Paraná Securitização existe, na prática, apenas para pagar salários para seus diretores e conselheiros, afirma o líder peemedebista.

Segundo o deputado, “sem a finalidade específica para qual foi criada (estruturação e implementação de operações que envolvam a emissão e distribuição de valores mobiliários ou outra forma de obtenção de recursos junto ao mercado de capitais, lastreadas nos direitos creditórios de titularidade do Estado do Paraná), a Companhia Paranaense de Securitização tem como única finalidade dar lucro aos sócios privados e prejuízos aos cofres públicos”.





Blog: quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

14:14:20

Jabuti ou tartaruga?

A reunião extraordinária da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, ontem, foi marcada por um debate acalorado entre o líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli, e da oposição, Tadeu Veneri, rendendo, inclusive, “troca de gentilezas”.

Sem que uma coisa tenha a ver com outra, Romanelli incluiu uma alteração na lei estadual que trata sobre ICMS no projeto do Poder Executivo que prorrogava o prazo de para extinção de cargos e funções comissionadas nas instituições de ensino superior.

Vemeri protestou e, com base no Regimento Interno da Casa, apresentou um voto contrário argumentando ser “inadmissível emenda que não tenha relação direta ou imediata com a matéria da proposição principal".

Para Veneri, tratava-se de um “jabuti”.

O deputado Fernando Scanavacca entrou na discussão e, irônico, cunhou a emenda como “jabuti Romanelli”.

O presidente da CCJ, deputado Nelson Justus também se surpreendeu a ponto de dizer: "jabuti, não! Isso é uma tartaruga gigante!".

A afirmação arrancou risos do público.

Bem humorado, Romanelli não perdeu a pose. Disse que se sentia lisonjeado, afinal, as tartarugas tem vida longa e vivem por mais de cem anos.

Veneri não concordou. Disse que algumas tartarugas não passam de 15 anos e, de mais a mais – provocou – o líder do governo “entende bem é de jabuti, não de tartarugas”.

Em tempo: o líder do governo justificou o "jabuti" dizendo que o salário dos professores é pago com a arrecadação do ICMS...




Blog: quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

08:27:00

Ranking da ignorância

Do site da Exame

Quantas garotas de 15 a 19 anos você acha que dão à luz no país? A taxa de homicídios hoje é mais alta ou mais baixa que no ano 2000? A cada cem presos no país, quantos são imigrantes?

As respostas dos brasileiros a perguntas como essas estão entre as mais distantes da realidade do mundo.

Na verdade, poucas adolescentes dão à luz no Brasil, cerca de 6,7%, mas a resposta média foi de 48%. A taxa de homicídios desde o ano 2000 continuou a mesma, apesar da percepção de alta, e só 0,4% dos presos são imigrantes, embora os entrevistados tenham respondido, em média, 18%.

Essas distorções fazem com que o país tenha ficado em segundo lugar no ranking Ipsos Mori de “Percepção errada da realidade”, atrás apenas da África do Sul. Os dados estão disponíveis na pesquisa “Os perigos da percepção 2017”.

Mesmo em relação a questões mais amplas, como religião, as respostas dos brasileiros ficam longe da realidade: os entrevistados estimaram que 80% do país declara acreditar em Deus; o índice real é de 98%.

Outros dados que têm distorção são os relacionados à internet: os entrevistados acham que 85% dos brasileiros têm smartphone, quando na verdade são 38%, segundo a Ipsos; e acham que 83% têm perfil no Facebook, quando na realidade são 47%.

Em alguns assuntos nos saímos melhor: só 10% dos brasileiros acreditam na ideia de que vacinas causam autismo, um índice baixo se comparado a países como a Índia, onde a crença é disseminada entre 44% da população.




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