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Blog: quarta-feira, 14 de setembro de 2011

15:14:35

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O desmonte do PDT de Curitiba

Começou o desmonte do PDT de Curitiba. Na segunda-feira os vereadores Roberto Hinça e Jairo Marcelino se filiam ao PSD, que nasce aliado ao prefeito Luciano Ducci e ao governador Beto Richa.

Fica no partido apenas o vereador Tito Zeglin que, dos três, sempre foi o mais próximo do presidente estadual do partido, ex-senador Osmar Dias.

Leia mais daqui a pouco na coluna de Roseli Abrão

PSD convida filhos de Pessuti

O PSD, que no Paraná deve ser um aliado do governador Beto Richa, convidou os dois filhos do ex-governador Orlando Pessuti – Moisés e Bruno – para se filiarem ao partido.

O convite partiu de Pedro Guerra, filho do ex-ministro e ex-deputado Alceni Guerra, hoje secretário da Representação do Paraná em Brasília.

Na semana passada Pessuti adimitiu a saída de seus filhos já que um deles será candidato a vereador em Curitiba e não terão espaço no PMDB já que foram foram excluídos do novo diretório do partido em Curitiba, liderado pelo senador Roberto Requião.

O convite, segundo Moisés Pessuti, está sendo analisado pelo grupo político liderado por seu pai.

Pessuti também pode deixar o PMDB.

A adesão do PMDB a Richa, segundo Zé Dirceu

O ex-ministro José Dirceu abordou, em seu blog, a adesão da bancada do PMDB na Assembléia Legislativa ao governo Beto Richa.

Ao invés de criticar o PMDB, atacou o PSDB, a mídia, e fez criticas ao sistema eleitoral brasileiro.

É, segundo ele, mais um “exemplo prático da hipocrisia do discurso tucano contra o sistema de governo de coalizão e alianças, a formação das chamadas bases do governo adotada no Brasil, em Brasília, nos Estados e nos municípios”.

Segundo o ex-ministro, “essa montagem de bases de governos é uma consequência do sistema eleitoral que adotamos, de voto uninominal com financiamento privado de campanhas eleitorais”.

-- Ele leva à dispersão, ao enfraquecimento dos partidos, a uma influência cada vez maior do poder econômico nas eleições, ao caixa dois e a todas as suas conseqüências, disse

Para José Dirceu, coalizões funcionam assim em todo Brasil, e em qualquer parte do mundo onde haja governos e coligações partidárias.

-- Mas, aqui, parte da mídia e especialmente seus articulistas, há meses vem fazendo uma campanha contra o governo Dilma e o PT, atacando as alianças e o governo de coalizão federal, taxando-os de fisiológicos e fontes da corrupção.

Em defesa do PT

O ex-ministro criticou a mídia ao dizer que “querem imputar fisiologismo e corrupção ao governo federal, à presidenta da República e ao PT e que isto seria decorrência das alianças e da coalizão”.

-- As acusações de troca de cargos e de compra de apoio são generalizadas contra o governo federal. Os arautos da mídia, no entanto, não fazem o mesmo em relação a São Paulo, Minas Gerais e, agora, Paraná, que repetem o mesmo modelo e todos de oposição, criticou.

Apesar dos protestos do senador Roberto Requião – “que junto com o PT continua na oposição” - o governador Beto Richa acaba de conseguir o apoio do PMDB, seu arqui-inimigo nos últimos 12 anos, destacou.

-- Nossa mídia não só não o criticou como ainda apresenta o fato como uma derrota do PT que agora, segundo ela, ficará isolado. Isolado, mas coerente e fiel ao seu programa, sem que isso signifique não dialogar ou não apoiar iniciativas legítimas e de direito do governo Richa na sua relação com a administração Dilma Rousseff, concluiu o ex-ministro.

Reforma política só em novembro

A Câmara Federal só deve votar as propostas de reforma política, em plenário, no mês de novembro, o que significa que qualquer mudança não prevalecerá para as eleições municipais do ano que vem.

Segundo a Agência Câmara, pelo menos foi essa a proposta do presidente da Casa, Marco Maia, aos líderes partidários.

O relator da Comissão Especial da Reforma Política, deputado Henrique Fontana, do PT do Rio Grande do Sul, anunciou que a votação do relatório final se dará no dia 28 de setembro.

Depois disso, segundo Marco Maia, os líderes terão 45 dias para negociar a proposta e viabilizar a votação no plenário.

MPE é contra criação de dois partidos políticos

O Ministério Público Eleitoral opinou pelo indeferimento dos registros do Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada (PSPB) e do Partido Democrático Vida Social (PDVS). Para o MPE, as legendas em formação não cumpriram os requisitos legais para obtenção do registro no Tribunal Superior Eleitoral.

Na avaliação da vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, os dois pedidos de registro não contemplaram os requisitos da Lei dos Partidos Políticos.


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