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TSE explica 2014

Diante das notícias sobre fraude no resultado das eleições de 2014, o Tribunal Superior Eleitoral volta a afirmas que são “fakes”.

Que as alegações (como agora, do presidente Jair Bolsonaro) já foram analisadas e desmentidas tanto pelo TSE quanto por agências de checagem de fatos e pelo próprio PSDB.

Por isso – diz o TSE, “é muito importante checar se um conteúdo é fato ou boato antes de compartilhar.

Na época, técnicos do PSDB e do TSE analisaram a curva de desempenho dos dois candidatos ao longo da apuração e constataram que ela demonstrava a concorrência acirrada daquela eleição, em que durante muito tempo os votos eram disputados um a um.

As grandes variações no início da totalização aconteceram por causa da quantidade de votos apurados, ou seja: quanto maior o número de votos apurados, menor foi a variação (ou impacto) do acréscimo desses votos, explica o TSE.

Enquanto os votos apurados vinham predominantemente dos estados das regiões Sul e Sudeste, onde Aécio Neves venceu, a apuração indicava a vitória parcial do candidato tucano. Mas, na medida em que começaram a ser computados os votos dos estados do Norte e do Nordeste, onde Dilma Rousseff obteve ampla vitória, esse placar foi mudando até que se consolidou numa vitória apertada da petista, com uma diferença de apenas 3,28% dos votos.

Segundo o TSE, o caso de 2014 serviu para a Justiça Eleitoral provar, na prática, como as urnas eletrônicas são auditáveis, tanto pela conferência dos Boletins de Urna (BUs) e dos Registros Digitais do Voto (RDVs). Esses dois elementos de segurança e auditoria, que estão disponíveis na internet para qualquer pessoa consultar, mostram em detalhe a apuração dos votos daquele e de todos os pleitos que aconteceram desde então.

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